segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Como ser um bom líder

Muitas pessoas me perguntam o que é ser um bom líder. Apesar do assunto ser extremamente subjetivo, a resposta é simples: “conseguir praticar gestão sem medo”. O líder que possui como característica a liberdade de expor suas ideias e a comunicação livre desde os subordinados, passando por superiores e complementando pelos pares, é um bom gestor. Só assim é possível tirar dos profissionais no ambiente organizacional o que de melhor eles possuem, aumentando a produtividade e rentabilidade das companhias.

Se você observar grandes empresas como Apple ou Microsoft, por exemplo, vai identificar a gestão sem medo, ou algo muito parecido com isso. Ambas as empresas possuem pessoal altamente qualificado, com poder de criação e ação, discutindo e pondo em prática ideias, por mais impressionantes que sejam. O novo não assusta. É bem vindo e todos estão estimulados a oferecer novidades à empresa.

Quando o colaborador se faz necessário, isto é, se utiliza em sua capacidade máxima, ele apresenta resultados concretos e positivos. Ele trabalha feliz! E independente do ambiente organizacional, quem trabalha feliz, se entrega ao máximo à empresa, desempenhando com altos índices de assertividade sua função. Para a empresa, a performance supera as expectativas, e o ambiente se torna cada vez mais produtivo.

O grande desafio nesse sentindo para o líder é conseguir que cada um desempenhe na sua capacidade máxima. Se o profissional trabalhar muito além de seu limite, ele adoece, a empresa perde o capital humano. Se muito aquém, ele perde o interesse e vai procurar outro emprego, onde se realizar. Neste caso, a empresa também perde seu capital humano. Usar um profissional em sua capacidade máxima é o que o torna feliz em seu ambiente organizacional. É um jogo de ganha - ganha, a empresa ganha, e o funcionário ganha, porque será remunerado de forma diferenciada, ganhando mais quem melhor performar.

Mesmo depois de apresentar e justificar a gestão sem medo e a felicidade no ambiente das empresas, muita gente me pergunta o que ser feliz tem a ver com ser produtivo, ou com negócio, afinal, business is just business. A cultura “manda quem pode, obedece quem tem juízo” não funciona e não faz mais sentido. Empresas com resultados excepcionais não seguem mais esse pensamento.

A diversidade que gera o sucesso é a certeza de que o trabalho do grupo é muito mais rentável e importante do que o trabalho de um indivíduo. Não existe mais estrela solitária. O que os gestores querem é uma constelação em seu time. O papel do líder implica transformar o ambiente de trabalho onde se aceite naturalmente a diversidade cultural, para que os colaboradores possam ser utilizados em sua capacidade máxima. E o profissional feliz na sua empresa implica em também levar felicidade para o ambiente familiar e à sociedade como um todo. E, como o maior contingente de líderes encontra-se nas empresas, o líder que conseguir que seu subordinado leve alegria para sua família e para o bate-papo da esquina (seu meio social) estará replicando felicidade pelo planeta.

O mundo vive um apagão de talentos. E pessoas talentosas sabem como avaliar culturas corporativas, e se baseiam nelas para tomar a decisão de se juntar às empresas ou não. Ou os líderes aprendem com o novo, e aumentam assim sua capacidade de gerar resultados, ou fica parado no mercado, e logo se perde. Esse é o bom líder, aquele que entende o momento, aprende com o novo, e utiliza a si mesmo e ao seu time em sua capacidade máxima, gerindo sem medo, e recebendo sem medo as novas ideias.

Fonte: Carta  Capital

Especialistas avaliam duração das reuniões de trabalho

CAMPINAs - Ser convocado para uma reunião em meio a um turbilhão de tarefas é algo que mexe com o humor de qualquer profissional. Pior que isso é sair do encontro com a sensação de que nada ficou acertado e que o tempo poderia ser utilizado com outras atividades. Principal ferramenta das organizações para alinhar o planejamento e a comunicação entre os colaboradores, elas têm sido motivo de controvérsia, o que pode ser superado com planejamento, uma boa pauta e objetivos claros. 

Muitas são as reclamações pela quantidade excessiva e a falta de gerência ou de resultados nas reuniões, no entanto, há outros benefícios consequentes da rotina de reuniões, como a melhoria da comunicação interna e a consolidação do espírito de equipe, justamente alguns dos grandes desafios para os gestores das organizações modernas. 

O professor de gestão de pessoas da IBE-FGV, Sérgio Miorin, disse que os modelos de reuniões atualmente seguem a tendência de agregar poucas pessoas e de se levar funcionários com poder de decisão, pois, caso contrário, muito se falará e nada será decidido. As reuniões com muitas pessoas provocam dispersão e acabam fugindo do foco. 

Para Sergio Miorin, o brasileiro ainda não aprendeu a fazer reunião. A quantidade de reuniões, muitas vezes, é absurda, além do que deveria. "Já foi detectado em pesquisas que um terço das reuniões são aproveitáveis. O resto é perda de tempo", diz. 

O especialista Miorin acredita que alguns pontos devem ser observados para o sucesso de uma reunião. "É preciso ter objetividade na hora da convocação. As pessoas estarem preparadas e entenderem o que é uma reunião. Ter um tempo. Algo que funciona bastante também é ter um cronômetro regressivo porque o pessoal acaba percebendo a noção da hora. Ele começa com uma hora e vem regredindo para as pessoas terem a sensibilidade de que está acabando a reunião", explica.

Na avaliação de Viviane Gonzalez, especialista na área de recursos humanos e diretora da Business Partners Consulting Interior São Paulo, quando bem organizadas, as reuniões têm a função de buscar a solução de conflitos de forma rápida. Para ela, as reuniões presenciais são muito importantes. "Hoje em dia tem e-mail, telefone, conference call, skype e tudo mais. Sim, a gente tem esses meios de comunicação, mas a reunião presencial ainda é importante. Mas, para isso, você tem que ter uma pauta definida, ver quem vai participar da reunião, se as pessoas que estão participando têm poder de decisão para não ficar aquela coisa de enrolação e tem sempre que ter um mediador ou um líder para não fugir do foco", destaca. 

Viviane e Miorin orientam que, para concluir com proveito, a reunião deve terminar com um relatório, ata ou, no mínimo, uma lista de tarefas que deve ser enviada a todos os participantes, com prazos e metas a serem cumpridas. Ao líder cabe a responsabilidade de cobrar pela efetividade desses pontos. "Nesse momento, entram os e-mails de confirmações do que foi resolvido, de forma que todos saibam o que devem fazer", destaca Viviane. 

No entanto, Viviane Gonzalez lembra, ainda, que há reuniões de discussões, e nesse caso a regra básica de uma hora e mais 15 minutos para considerações finais não é levada em consideração. "Existem reuniões onde se vai para falar uma série de ideias e não se precisa sair com nada definido. São para pensar, usar o lado criativo, colocar algumas coisas e tudo mais. São reuniões de briefing, como chamamos. Nesse caso, podem durar mais tempo, pois as pessoas que estão lá são criativas, como da área de marketing. Mas reuniões de vendas, de finanças, são muito pontuais. Elas têm um objetivo final a ser concluído", diz.
Milton paes

Fonte: DCI-SP

As duas vias do RH

Uma empresa que deseja alcançar o sucesso em seus negócios procura implantar novas tecnologias para proporcionar contínuas inovações aos produtos, serviços ou processos e, assim, manter-se sustentável. Esse resultado positivo só é alcançado quando o gerenciamento dessas atividades é feito por profissionais integrados e qualificados para tal fim.

Segundo estudo realizado pela consultoria MOT - Treinamento e Desenvolvimento Gerencial e promovida pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), no decorrer do ano de 2013 é previsto um investimento de 14,3% a mais em treinamento e desenvolvimento pelas empresas brasileiras.

O percentual, que é superior ao PIB do Brasil, nos mostra o quanto é importante investir em educação corporativa, visando tanto o crescimento pessoal como o profissional dos colaboradores. O fato é que tratamos com seres humanos, que precisam também de desenvolvimento e de aprender a explorar suas características positivas para colocá-las em prática nas suas atividades diárias, até por que passamos grande parte do dia na empresa.

A capacitação dos profissionais já é vista como indispensável, pois ao treiná-los ou educá-los para que exerçam melhor as suas funções, estes começam a se sentir integrantes dos processos e comprometidos com a empresa e seus resultados, ainda mais nessa época em que se fala de equipe de alto desempenho ou performance. Recursos humanos são fundamentais e a progressão desses talentos depende dos programas de reciclagem, de treinamentos e até do uso de vídeos aulas e de conversas diárias até para observar com mais clareza o que vem acontecendo no cotidiano. É preciso ouvir o que o funcionário tem a dizer sobre o seu trabalho.

Nessa lista, ainda pode-se acrescentar os treinamentos à distância, com a aplicação do e-learning e orientação para a leitura de livros e até a elaboração de textos. Além disso, é importante que esses projetos educacionais estejam rigorosamente alinhados com as expectativas da empresa e do profissional para que alcancem sucesso. Não adianta simplesmente ter uma Universidade Corporativa instalada nas dependências da empresa, se essa não apresentar cursos que atinjam aos diversos níveis e categorias de funcionários e que leve educação adequada a cada um.

Ao entrar em uma empresa é comum que desperte nas pessoas o desejo pelo crescimento e para alcançar novos cargos ou atividades. Para tanto, é preciso que os gestores de Recursos Humanos aproveitem esse sentimento e já passem a capacitá-los para outras atividades, pois isso diminui o turnover e aumenta a produtividade de forma geral, gerando retenção dos talentos.

Os resultados da via dupla da educação corporativa são sentidos no dia a dia da empresa, na melhoria do clima organizacional, pois são oferecidas condições de crescimento ao profissional que se sente mais motivado para o trabalho e engajado com a instituição empregadora.

Nesse processo, vale também engajar os familiares dos colaboradores para que eles passem a vivenciar o clima e as atividades da empresa na qual o membro trabalha e isso pode ser realizado com cursos, eventos, gincanas e outros. Além disso, contribuir para o crescimento até dos próprios familiares, oferecendo possibilidades de educação, pois começamos a fortalecer a comunidade ao entorno. Para alcançar esse resultado positivo em duas vias, cabe a criação e promoção de um ambiente feliz para os profissionais, pois não há dúvida de que pessoas felizes são mais produtivas.
Hermine Luiza Schreiner.

Fonte: Portal Administradores

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

EMPREGO - Dinheiro é o mais importante para ser feliz no trabalho


 

O levantamento  “Felicidade no trabalho”, feito pelo Ateliê de Pesquisa Organizacional apontou que para 78% dos profissionais dinheiro é o fator mais importante para ser feliz no trabalho. A pesquisa foi feita com 200 trabalhadores de empresas do Rio de Janeiro e São Paulo.
Segundo a pesquisa ter felicidade no trabalho é ganhar dinheiro, ter desafios e trabalhar em equipe. Além de ter relações seguras e confiáveis entre colegas, ser reconhecido e sentir-se motivado, satisfeito, competente e alegre na empresa.
Para 49% dos profissionais o relacionamento com pessoas é uma das situações de felicidade no trabalho, 68% deles revelam que quando estão felizes no trabalho, sentem-se motivados. Outros 36%, sendo 60% deles do Rio de Janeiro, nada os deixa infelizes no trabalho.
A pesquisa registrou ainda que 79% dos entrevistados estão felizes ou muito felizes no trabalho e apenas 7% estão infelizes ou muito infelizes. Quase metade dos entrevistados (46%) reconhece que eles são os responsáveis pela sua felicidade e não a empresa.
Dos entrevistados, 84% das mulheres consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho. Entre os homens esse porcentual é de 75%.
Existe uma diferença do sentimento de felicidade entre paulistas e cariocas: 85% dos cariocas, contra 71% dos paulistas estão felizes ou muito felizes.
Para a pesquisa foram entrevistados profissionais de 28 a 45 anos, sendo 40% mulheres e 60% homens, todos com formação superior.
Fonte: Blog Estadão

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Trabalho a distância ainda desafia chefes, diz pesquisa

SÃO PAULO  -  
Apesar de aceitar que o trabalho remoto traz benefícios para empresas e profissionais, os brasileiros ainda consideram a distância um desafio no dia a dia. Segundo uma pesquisa da empresa de espaços de trabalho Regus, a maioria dos gestores se preocupa com a possível falta de controle sobre o tempo dos funcionários remotos.

Para 55% dos entrevistados, os chefes têm preocupações com a forma como os funcionários a distância se ocupam. Isso se reflete nas formas de controle usadas pelas empresas e de técnicas de aproximação quando o profissional está trabalhando remotamente, como o uso de sistemas informatizados de relatórios (presente em 49% das companhias) e o uso de videoconferência para manter o contato visual com as equipes (61%).
No entanto, isso talvez não seja suficiente na visão dos entrevistados: para 61%, os gestores deveriam ter um treinamento especial para gerenciar suas equipes a distância com mais eficiência. O número é maior do que a média global, de 55%, mas está próximo do encontrado em outros países emergentes, como a China (59%). Para a Regus, esses países adotam a prática a menos tempo, e ainda estão se adaptando a esse tipo de gestão. “O trabalho remoto tem benefícios muito claros: maior produtividade, maior retenção de talentos e custos operacionais menores. Mas a liberdade e a confiança desempenham um papel crucial no gerenciamento a distância", diz o CEO da Regus, Mark Dixon.
Segundo o levantamento, 58% dos brasileiros trabalham remotamente pelo menos duas vezes por semana – número maior do que a média global, de 48%. O estudo foi feito com mais de 26 mil profissionais de 94 países – no Brasil, foram 600 participantes.
Fonte: Valor econômico

Empregos - Site promove semana de visitas a empresas para jovens profissionais

SÃO PAULO  -  
O 99jobs.com, ferramenta de carreira para auxiliar jovens a encontrar vagas e empresas com seu perfil, promove entre 9 e 19 de setembro, em São Paulo, uma série de visitas a companhias como Itaú, Facebook, Natura, e Votorantim.

O evento gratuito vai selecionar jovens profissionais para visitar, em grupos de 18 pessoas, a sede das empresas. Durante a "CareerWeek", o jovem vai poder conhecer as organizações e conversar com funcionários de diversos níveis.
Promovida pela primeira vez, a iniciativa tem vagas são limitadas, e a inscrição pode ser feita pelo site do evento. A confirmação dos participantes selecionados será enviada por e-mail.
Fonte: Valor econômico