sexta-feira, 8 de novembro de 2013

7 perguntas que ajudam a escolher a carreira perfeita

Está infeliz no trabalho ou não sabe qual carreira seguir? Veja 7 perguntas que podem ajudar na escolha da carreira perfeita


7 perguntas que ajudam a escolher a carreira perfeita

É comum uma pessoa desempenhar um trabalho do qual ela não gosta, seja porque tinha expectativas diferentes da realidade quando entrou na empresa, pelo salário que recebe ou por simplesmente não fazer ideia de qual outra atividade poderia desempenhar. 

Nessas situações, o desespero pode ser um péssimo conselheiro. Pode levá-lo a tomar uma decisão errada. O melhor a se fazer é pensar racionalmente sobre seus gostos e habilidades. Acha isso difícil? Comece se perguntando as sete questões a seguir:

1– Se eu pudesse trocar de trabalho com um amigo, com quem seria? Por quê?

2 – Sempre me perguntei como seria trabalhar com ____. Por que me parece tão interessante?

3 – No que meus amigos dizem que sou bom?

4 – O que eu mais amo no meu trabalho? Por que eu amo fazer isso?

5 – Qual tarefa eu faria com maior frequencia se meu chefe permitisse? Por que eu gosto tanto dela?

6 – Se eu tivesse que trabalhar num sábado, com o que seria e por quê?

7 – Quando eu estiver aposentado, quero ser lembrado por...?

Perceba que a maioria das perguntas envolve a pergunta “por quê?”. Isso porque não basta responder uma questão, é necessário entender os motivos que o levaram a dar aquela resposta para que você comece a perceber a fundo quais são suas habilidades e objetivos profissionais. Somente conhecendo a si mesmo é possível saber qual emprego fará você mais feliz.

No decorrer das reflexões você deve ter percebido que as respostas costumam ser basicamente as mesmas. Fique calmo, não há nada de errado nisso, pelo contrário! Isso indica que o questionário funcionou, e essa resposta recorrente é justamente relativa à sua maior habilidade. Agora, procure por uma profissão em que você exerça esse “dom”.

Por fim, a Universia Brasil tem mais uma dica: responda a esse questionário num momento de tranquilidade. Faça isso em casa, num final de semana, enfim, quando estiver em paz (consigo e com o ambiente que o cerca). A pressa poderá afetar o resultado, e nós não queremos isso, não é?

Fonte: Universia Brasil

Descubra o que NÃO colocar no seu currículo

currículo é o primeiro contato que seu possível futuro chefe terá com você. É necessário, então, colocar nele o maior número de informações relevantes a seu respeito. No entanto, muitas pessoas acabam escrevendo mais do que deveriam, tornando-se responsáveis pelo próprio fracasso.
Descubra o que NÃO colocar no seu currículo

A maioria dos recrutadores passa não mais do que seis segundos lendo o currículo de um candidato. Sim,apenas 6 segundos são suficientes para que eles façam uma primeira avaliação e decidam quem tem potencial para preencher a vaga disponível na empresa. Então, leia as dicas a seguir sobre o que não escrever no seu currículo e não desperdice a rápida chance de conseguir seu emprego com informações desnecessárias.

1. Religião
Além de a religião ser algo particular, existe um motivo ainda maior para as empresas abominarem a presença deste item no seu currículo: muitas pessoas fazem entrevistas de emprego e, ao serem rejeitadas, processam a empresa alegando que a não contratação foi resultado de discriminação religiosa. Caso sua religião determine, por exemplo, que você não possa trabalhar em algum dia da semana, deixe para falar isso pessoalmente ao entrevistador.


2. Orientação política
A menos que você esteja se candidatando a uma vaga relacionada à política, não coloque suas preferências partidárias no currículo. O ditado “religião e política não se discute” cabe perfeitamente nesse caso.


3. Atividades irrelevantes
Suponha que você esteja se candidatando a uma vaga de vendedor. Neste caso, colocar no currículo que você trabalhou como monitor num laboratório de química não vai alterar muito a capacitação que você tem para o trabalho. Se essa experiência tiver sido realmente enriquecedora para você, descreva resumidamente o motivo. O importante aí será mostrar o que foi aprendido, e não o que foi feito.


4. Times e associações
Seu entrevistador com certeza não faz a menor questão de saber pra qual time você torce, muito menos se você faz parte de grupos como a “associação de moradores do bairro X”. Essas informações são completamente desnecessárias e passam a impressão de que você não tem muito a dizer sobre si mesmo como profissional, portanto, evite.

Fonte: Universia Brasil

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

As perguntas mais temidas de uma entrevista de emprego

Aprenda a se sair bem e preencha a vaga desejada

As entrevistas de emprego tendem a seguir um padrão de perguntas, por isso, é possível se preparar. Não existem padrões de respostas, mas essas diretrizes podem ajudá-lo a entender o que o recrutador espera de um candidato.

Por que você quer sair da empresa?
Se você já está empregado, mas mesmo assim está buscando outras oportunidades, jamais denigra a outra empresa, o atual chefe e não descreva problemas com o atual emprego. Valorize o interesse pela vaga a que está concorrendo, dizendo que esse cargo lhe atrai mais, pois você poderia desenvolver mais suas habilidades. O famoso "procuro novos desafios" também pode ajudar nessa hora.

Como você descreve sua própria personalidade?
Tente transmitir uma ideia de personalidade cooperativa, criativa, conciliadora, objetiva e prática. São essas qualidades que os recrutadores geralmente procuram nos candidatos. Evite dizer que tem uma personalidade marcante, difícil ou forte. Isso pode passar uma impressão negativa, de uma pessoa encrenqueira e inflexível.

Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Sim. Diga sempre sim.

O que você procura em um emprego?
Desafio, envolvimento e oportunidade para contribuir com a empresa. Ótima resposta.

Liste as cinco maiores realizações em sua carreira ou em seu emprego atual.
Nesta hora, mencione as conquistas mais recentes e condizentes com seu objetivo profissional.

Quais são seus objetivos em curto prazo?
Seja específico. Diga, por exemplo, que quer ser gerente de marketing, se esse for um cargo ascendente em sua carreira

Como você acha que poderia contribuir com a empresa?
Seja sincero e traga novamente algumas de suas qualidades para essa questão. Cite as virtudes que o ajudarão a desenvolver bem o trabalho proposto pelo cargo. Requisitos como responsabilidade, empenho e determinação são sempre úteis a qualquer empresa.

Você já esteve em situações difíceis em seus antigos trabalhos?
Cite as situações em que você passou por problemas, mas conseguiu resolver, é claro. Dê referência a casos que tenham a ver com o perfil da vaga e ressalte como suas habilidades contribuíram para a solução do problema.

Fale sobre você
Seja sucinto, direto e foque em resultados. Fale somente sobre seu perfil e comportamento como profissional.

Fonte: CRC-SP

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A vez do marketing promocional na estratégia com público-alvo

O mercado de marketing promocional, também conhecido como live marketing, já movimenta cerca de R$ 40 bilhões ao ano no Brasil, segundo a Ampro (Associação de Marketing Promocional). E as perspectivas são de crescimento contínuo.

Nós já percebemos que este é um futuro cada vez mais promissor, com resultados positivos, especialmente em curto prazo, considerando a diversidade de eventos esportivos, por exemplo, que batem à porta do País, como a Copa do Mundo, em 2014, e Olimpíadas, em 2016.

Mas, a pergunta é: De que maneira o marketing promocional cria relevância de marca perante seu público-alvo?

Podemos responder esse questionamento baseado em nossas experiências.

Formatos engessados já não funcionam mais. O consumidor espera fazer parte da ação, de uma forma que o envolva cada vez mais. É o chamado engajamento, onde o consumidor é transferido para um papel ativo, assume posturas e interage com a marca. É certo que o mundo da comunicação caminha para tudo acontecer ao vivo, em tempo real, imediato, de resultado rápido.

Posso afirmar com toda certeza que o marketing promocional se tornou o novo branding, onde a marca entra em contato com o consumidor dentro do seu universo e realidade, de maneira não evasiva, mas sim, convidativa e interativa.

É preciso dizer também que o marketing promocional é importante não somente pela rapidez dos resultados, mas também pelo que pode agregar de valor à marca, além de diversos outros ganhos a médio e longo prazo.

Por esse motivo, é essencial que a empresa invista cada vez mais em pesquisa e planejamento para potencializar as ações e o investimento.

Entender o público, as necessidades dele e envolve-lo é o segredo do sucesso. Chega de bombardear o consumidor das mesmices. O conceito criativo é essencial. 

Sandra Meirelles
Fonte: Administradores.com

O empreendedor e a gestão da empresa

No início, quando o empreendedor abre as portas do negócio, ele geralmente se envolve com tudo, desde a compra, venda, controle de contas, faz depósito e pagamento, controles financeiros, contrata e demite funcionários, e até acredita ser capaz de criar uma campanha promocional.

O empreendedor executa as operações da empresa, e dedica-se todo o tempo às atividades operacionais, abandonando o planejamento, as estratégias e metas exigidas para o crescimento do negócio.  Se você está sobrecarregado com as tarefas de rotinas, e preocupado com os detalhes da contabilidade e do escritório, sua atenção vai ficar longe da visão do futuro, da imagem projetada da empresa no longo prazo. Contratar funcionários para fazer a gestão do escritório deixa você com mais tempo para pensar de maneira estratégica, nas vendas e no marketing, e nas oportunidades de mercados em expansão.

O empreendedor exerce o papel de gestor, quando contrata pessoas talentosas que vão contribuir para o crescimento da empresa. Sabe delegar e define claramente as metas e responsabilidades para cada novo funcionário, bem afinado com os objetivos da empresa, além de elaborar o planejamento de longo prazo.
"Para onde você quer levar a empresa ao longo dos próximos 5 anos". 

É preciso construir uma equipe de pessoas, para lidar com as atividades operacionais, enquanto você encontra tempo para pensar grande e desafiar a si mesmo.

Uma oportunidade necessita de uma boa análise, neste caso o empreendedor tem ao seu alcance metodologias  para responder bem as questões de mercado. Ninguém arrisca no escuro, e sai atirando para todos os lados. Empreendedor corre riscos moderados, ele aprende a correr riscos através do planejamento. 

Em primeiro lugar, eu quero  conhecer muito bem o meu público-alvo, a classe social, renda, hábitos e compra, qual é a faixa etária de meus clientes. Depois sigo na identificação do ciclo de vida do produto ou do  negócio, se tem vida curta, média ou longa.  O próximo passo é a definição dos canais de distribuição, ou seja; como  vender meu produto, no comércio tradicional, loja física,  varejo virtual,  ainda no delivery,  venda porta a porta, e cuidado, muito cuidado na escolha do ponto de venda.

É necessário criar serviços de relacionamento, agregar valor aos produtos, criar um diferencial, e oferecer  serviços fora do comum. Verifique o potencial de crescimento do setor, da região, do  mercado .  Quanto está crescendo: 10%, 20% ou 30%.  Analise o tamanho e a estrutura do mercado, existem fortes barreiras à entrada neste mercado?  Qual é o tamanho deste mercado? Tenho condições de conquistar uma fatia de participação ou não?  Em última análise defina a sua margem, se é de 20%, 30% ou 40%.  

Criteriosamente é feita uma análise da cadeia de valor, das necessidades de capital de giro, do ponto de equilíbrio e da taxa de retorno de seu investimento. Em setores concentrados por grandes empresas, o poder da competição  é bem maior do que aquele encontrado em mercados de baixa concorrência.

Rosival Fagundes

Fonte: Administradores.com

Como espantar o stress em situações de crise no trabalho

São Paulo – Quem está por dentro das notícias de negócios sabe que nos últimos meses, anúncios de demissão em massa sacodiram o mercado. Para se ter uma ideia, mais de 20 empresas empreenderam cortes “generosos” nos seus quadros de funcionários, entre planos de reestruturação ou fechamento de projetos como estratégia para conter os prejuízos.

E como fica o clima entre os funcionários e executivos em meio a essas mudanças? É certo que a tensão aumenta e, mesmo o mais sereno de todos os profissionais, sente o peso da atmosfera do escritório. 

Pensando nisso, a psicóloga e consultora organizacional Meiry Kamia deu algumas dicas para reduzir o estresse e ser feliz mesmo em tempos de crise e demissão em massa:

Controle a sua atitude diante do cenário
Frustração, irritabilidade, ansiedade e estresse são sintomas do medo, diz Meiry. “O medo do que está por vir, gera ansiedade que, com o tempo, resulta em estresse”, diz. A sensação de falta de controle resulta em problemas físicos como coração acelerado, aumento da pressão, dor de cabeça, entre outros.
Então, a primeira atitude é perceber se você está sendo vítima destas reações internas e combate-las assim que elas aparecerem. A arma? Atitude positiva, indica a especialista.
Mas como? “Uma forma saudável de manter a atitude positiva é refletir sobre o que se ganha com a situação, sobre qual é o aprendizado”, diz. Toda experiência traz um aprendizado, explica Meiry, você pode se perguntar, por exemplo: “que virtude estou aprendendo e/ou exercitando por meio dessa experiência?”, “será que estou tendo que aprender a ser mais paciente? Mais determinado? Mais humilde? Mais confiante? Como essa experiência me torna mais sábio e como ela me fortalece?”
De acordo com Meiry, sabedoria é saber extrair o aprendizado real de situações limite como esta.

Foco na solução 
Com colegas sendo demitidos, é natural que a carga de trabalho aumente. E com isso, começam a surgir os problemas e as muitas horas extras. “Entretanto, reclamar o tempo todo não ajudará a solucionar os problemas, ao contrário, quanto mais você pensar e falar sobre os problemas maiores eles se tornarão”, recomenda Meiry. 
Você não pode controlar os fatores externos que dão o contorno dramático à situação, mas pode manter as rédeas das suas reações. “Algumas pessoas passam por momentos estressantes de forma mais tranquila, e a diferença desses profissionais para os outros é a forma como enxergar a situação, já que o estresse está relacionado à percepção”, diz a consultora. 
A recomendação para virar o jogo é manter o foco no que precisa ser feito. Execute, solucione problemas, em vez de valorizar os problemas. Otimismo é sinal de autoconfiança. “São pessoas que pegam o problema e resolvem, sabem da sua capacidade de produção e por isso confiam em si mesmas”, diz Meiry.

Mantenha a mente no presente 
Quem já praticou medicação sabe a importância de manter a atenção no momento presente para o bem-estar. “O estresse aparece quanto a mente oscila do passado ao futuro”, lembra Meiry. Seja prático, se estiver em horário de expediente, trabalhe. Quando estiver em casa, evite os pensamentos e preocupações com o trabalho. Pode parecer fácil, mas faça o teste de observação. Quanto tempo do dia você passa realmente conectado ao presente?

Faça o seu melhor
Até o seu último dia de trabalho na empresa, dê o seu melhor. Não se esqueça de que você está sendo observado e, se faz um bom trabalho, deixa uma marca positiva. “Marketing pessoal é o que os outros falam sobre o profissional”, diz Meiry.
Duas palavras justificam o conselho da consultora: referência e indicação. “Você pode conseguir uma entrevista porque um ex-colega ou ex-chefe o indicou”, diz Meiry. É a lei do Universo, diz ela: “quando você dá o seu melhor, você recebe o melhor”, diz.

Camila Pati
Fonte: Exame.com

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Seis reflexões para conquistar a adesão da equipe

Diante de novo projeto, um dos grandes desafios comentados pelos executivos é o de conseguir a adesão e a integração da equipe. Quem tem cargo de chefia, precisa aprender a conduzir pelo exemplo e contribuir com o potencial dos liderados. Como conseguir isso? O coach e diretor do Instituto Internacional de Coaching (InCoaching), Jairo Mancilha, fornece a seguir algumas reflexões sobre como conquistar o grupo para atingir – e até superar - as expectativas.

1 - Vista a camisa do projeto primeiro
A adesão ao projeto deve ser algo natural, sem imposições. Neste aspecto, vale buscar mecanismos para servir de modelo de forma autêntica e sem precisar verbalizar isso. O brilho nos olhos ao falar sobre os temas relacionados a ele precisa contagiar os demais. Se o grupo necessitar fazer hora-extra para atingir o objetivo almejado, o líder precisará também colocar a mão na massa, oferecendo todo o suporte para que finalizem a tarefa em tempo hábil.

2 - Opiniões diversas facilitam o encontro de soluções eficazes
É estratégico poder contar com a diversidade de pessoas na busca por melhores soluções. Cada um traz uma ideia, de acordo com a sua experiência, e enriquece consideravelmente as percepções de todos os envolvidos, porque toda informação soma-se a outra e surgem possibilidades inusitadas e promissoras. Os resultados ficam mais surpreendentes do que se alguém estivesse pensando sozinho. Por fim, diante de todas as sugestões, o líder precisará assumir a responsabilidade de definir o que será feito, com quem, como e quando.

3 - Delegue funções e esteja acessível
Os papeis devem ser distribuídos de acordo com as competências de cada membro da equipe, portanto é essencial que elas estejam bem mapeadas. Vale estar atento para não sobrecarregar quem é ágil e eficiente, ou deixar sem atividades quem é mais lento e acomodado. Deve prevalecer a meritocracia, sempre. A todo o tempo torna-se essencial saber orquestrar essa divisão, e ajustar o que for necessário para que as funções fiquem bem distribuídas e equilibradas. Acompanhe o andamento de cada etapa de perto, estando o mais acessível possível para cada integrante.

4 - Saiba gerenciar as divergências
É comum e desejável que se tenha opiniões diferentes no grupo, para enriquecê-lo. O que não pode haver é falta de respeito, puxada de tapete ou vitimização, que podem comprometer o êxito do projeto. Aprenda a lidar com possíveis desentendimentos entre os participantes e jamais assista de forma passiva. Coloque-se no lugar de cada um e busque conversar individualmente com eles para identificar a intenção positiva dos envolvidos. Quando se deixa o tempo passar sem intervenções, o mal estar e a agressividade podem crescer, e chegar a se propagar como um câncer incontrolável. Busque a integração de todos, assim que assumir a liderança do projeto, informando a importância do respeito mútuo, da ética e da cortesia. E cabe ao líder ser congruente.

5 - Contribua com o potencial de cada integrante
O progresso e o nível de desafios apresentados devem ser medidos constantemente para tornar cada funcionário instigado a ir além do básico. Trabalhos minuciosos e burocráticos fazem parte de toda carreira e precisam ser executados também. Mas cabe ao líder ter sensibilidade para oferecer oportunidades para cada integrante desenvolver seu potencial e ampliar consideravelmente seu campo de possibilidades. Antes de tudo, cabe avaliar a competência técnica e comportamental apropriada para que o desafio seja real e proporcional. Facilite as vivências e reflexões de cada um da sua equipe, para que juntos possam atingir os resultados desejados.

6 – Novos resultados demandam novas atitude 
Algumas pessoas têm resistência em lidar com o novo, mas para conseguir novos resultados é necessário contar com um leque de conhecimentos e vontade para agir de forma diferente. As crenças limitantes devem ser conhecidas e superadas. Cada pessoa carrega padrões de comportamento que faziam sentido em outras épocas da vida, mas que continua a reproduzi-los sem perceber que o “programa” está antigo – assim como um software de computador. A tomada de consciência sobre isso já é um primeiro passo para conseguir mudar e se abrir para novidades, mas vale contar com ajuda profissional para acelerar esse processo.

Fonte: Canal Executivo