quarta-feira, 11 de junho de 2014

Prefeitura divulga cerca de 700 pontos de venda para food trucks

Sinal verde para a comida de rua: a partir desta sexta (6), interessados em comercializar alimentos em vias públicas da capital podem requisitar a autorização para atuar dentro da lei. A publicação de editais no Diário Oficial dá a largada para donos de barracas, tabuleiros e food trucks disputarem os quase 700 pontos, em toda a cidade, disponibilizados pela prefeitura.

Entre os endereços contemplados por essa primeira resolução estão a Avenida Júlio Buono, na Zona Norte; a Avenida Jabaquara, na Zona Sul; a Avenida Giovanni Gronchi, Zona Oeste; e a Rua Salvador Gianetti, na Zona Leste. A subprefeitura de Pinheiros, por exemplo, vai permitir pontos de café da manhã em estaçõs de trens da CPTM como Hebraica-Rebouças, Cidade Universitária e Cidade Jardim.
Para pleitear um Termo de Permissão de Uso (TPU), é preciso fazer a solicitação à subprefeitura que compreende o local pretendido. Os comerciantes (apenas pessoas jurídicas ou microempresários) devem cumprir o prazo de quinze dias para apresentar a documentação necessária e indicar o ponto desejado especificando rua, número, bairro e CEP, além de anexar uma foto do espaço.
Caso o pedido seja aprovado, um documento prévio permitindo a atividade deverá ser expedido em até cinco dias úteis. O ambulante precisa se cadastrar na Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) e, uma vez adequado às exigências da Vigilância Sanitária, receberá o TPU em mais cinco dias. A Covisa ficará responsável em inspecionar os comerciantes.

DECRETO
No início de maio, o prefeito Fernando Haddad assinou o decreto que regulamenta a venda de comida nas ruas de São Paulo. As regras prevêem o comércio de qualquer tipo de alimento, tanto fresco quanto industrializado, em ruas, calçadas, largos, praças e parques da capital.
Podem operar de acordo com as normas legais veículos automotores (os food trucks) com comprimento e largura máximos de 6,30 metros e 2,20 metros, respectivamente; carrinhos ou tabuleiros com área de até 1 metro quadrado; e barracas desmontáveis de, no máximo, 4 metros quadrados. Não é permitido vender bebida alcoólica.
O preço da licença deverá corresponder a 10% do valor venal do metro quadrado do quarteirão onde o negócio estiver instalado, tomando-se como base a área utilizada. O custo mínimo será de 192,65 reais por ano.
PONTOS DE VENDA
Confira quantos espaços cada subprefeitura disponibilizou

  • Aricanduva/Formosa/Carrão: 25 pontos
  • Butantã: 29 pontos
  • Campo Limpo: não divulgado
  • Casa Verde/Cachoeirinha: 21 pontos
  • Cidade Ademar: 40 pontos
  • Cidade Tiradentes: 30 pontos
  • Ermelino Matarazzo: 5 pontos
  • Freguesia do Ó/ Brasilândia: 12 pontos
  • Guaianases: 19 pontos
  • Ipiranga: 36 pontos
  • Itaquera: não divulgado
  • Jabaquara: 26 pontos
  • Jaçanã/Tremembé: 20 pontos
  • Lapa: 24 pontos
  • M'boi Mirim: não divulgado
  • Mooca: 42 pontos
  • Parelheiros: 2 pontos
  • Penha: 62 pontos
  • Perus: 15 pontos
  • Pinheiros: 25 pontos
  • Pirituba/Jaraguá: 23 pontos
  • Santana/Tucuruvi: não divulgado
  • Santo Amaro: 33 pontos
  • São Mateus: 23 pontos
  • São Miguel: 49 pontos
  • Sé: não divulgado
  • Capela do Socorro: 41 pontos
  • Vila Maria/Vila Guilherme: 19 pontos
  • Vila Mariana: 30 pontos
  • Vila Prudente: 27 pontos
  • Sapopemba: 16 pontos

Fonte: Veja SP
http://vejasp.abril.com.br/materia/comida-rua-divulgacao-pontos-de-venda

terça-feira, 10 de junho de 2014

Cinco passos para fazer da sua empresa uma Seleção campeã

Técnico, zaga e artilheiro: entenda melhor essa analogia


Sua empresa precisa estar pronta para o mundo corporativo, que, a cada dia que passa, está mais competitivo. Você sabe que estratégias tomar e o que pode fazer a diferença na sua equipe?
Brincando com o clima de Copa do Mundo que está no País, confira as dicas que HAYS dá para fazer com que sua equipe seja uma seleção campeã:

Técnica certa pode ajudar a ganhar a partida

A importância do técnico é indiscutível para o sucesso de qualquer seleção e em uma empresa isso não é diferente. Cada vez mais as corporações buscam profissionais com habilidade para planejar e pensar de maneira estratégica. Além disso, ter um perfil de liderança faz toda a diferença. Este papel normalmente é desempenhado por CEOs e líderes das organizações focando a estratégia em pessoas e resultados. São eles os responsáveis pela técnica de ‘jogo’: ouvir ideias e definir quais são as mais interessantes para o momento da empresa, fazendo os ajustes de cada jogada quando necessário. 

Ter uma zaga estratégica faz muita diferença

No futebol, ter uma defesa estruturada aumenta a vantagem competitiva no jogo. No dia-a-dia corporativo, quem faz esse papel são as equipes administrativa, de suporte, jurídica, de tecnologia da informação, contabilidade, entre outras. É importante ter profissionais estratégicos cuidando para que os procedimentos internos e relacionados aos clientes sejam atendidos com maior agilidade e nada passe despercebido em um contrato, por exemplo. Esse time de profissionais é responsável por evitar ‘surpresas’ no dia a dia operacional e por manter a casa ‘em ordem’ para que as outras posições possam “movimentar-se” sem preocupações.

Se o meio de campo está em sintonia, o time parte para o ataque

O mundo corporativo muitas vezes exige dos profissionais jogo de cintura para driblar situações inesperadas. Criatividade, habilidade para gerir pessoas e disciplina para colocar em prática as estratégias são pontos cruciais para o sucesso e exigem muito de áreas como Marketing, RH, Inteligência de Mercado, P&D etc. Responsáveis pelo ‘meio de campo’ no mundo corporativo, esses departamentos ‘armam’ o jogo, visualizam tendências, aproveitam as oportunidades e passam a bola para o ataque. Algumas organizações trabalham em esquema de BUs ou Business Unitis (unidades de negócio), para garantir que membros de diferentes áreas trabalhem alinhados para fazer a “bola rolar”. Isso garante base para que a estratégia chegue ao fim e os resultados sejam atingidos.

Todo time tem que ter bons atacantes

Finalizar um processo da forma adequada é o que garante resultados sólidos. Ter uma ‘linha de frente’ preparada para lidar com os stakeholders, enxergar vários cenários em mercados cada vez mais competitivos pode aumentar essa assertividade. Além disso, os ‘atacantes’ corporativos, papel muitas vezes desempenhado pelas áreas de venda, que jogam nas posições frente a frente com os clientes e finalizam as vendas para somar ao gol do time todo.
Hora de comemorar o gol
Nada é mais gratificante do que comemorar uma estratégia que deu certo. Os gols corporativos também precisam ser celebrados. Essa prática estimula a equipe ao, por exemplo, compartilhar as metas alcançadas periódica ou anualmente. Um bônus, um jantar em equipe, um brinde coletivo. Seja o que for, o importante é mostrar para o time que o esforço de todos surtiu efeito. Vale, ainda, apresentar o case, mostrar como a estratégia foi colocada em prática, celebrando e compartilhando as melhores práticas. Após a comemoração, hora de partir para novos desafios!

Fonte: Administradores

As vantagens de acordar cedo e como conseguir essa proeza

Um novo estudo realizado pela jornalista norte-americana Laura Vanderkam reporta que as pessoas que são matinais têm um nível de sucesso maior do que as outras. Para a pesquisa ela entrevistou diversas pessoas, entre eles o antigo CEO da PEPSI Steve Reinemund que ia para a esteira às 5 da manhã antes de começar seu expediente.

Eu resolvi testar a pesquisa acordando uma hora mais cedo e, particularmente, eu tenho que concordar. Essa hora adicional no dia faz muita diferença. E a questão não é só acordar mais cedo, mas o que você pode fazer nesta hora a mais. No meu caso, a hora extra foi super positiva para dar andamento a algumas coisas importantes como, por exemplo, a leitura de alguns livros, a preparação de relatórios da minha empresa, pensar na estratégia da empresa, etc. Coisas que eu faria, mas com essa hora adicional eu fiz isso e muito mais. Eu tinha uma média de planejar 7h para 10h de trabalho, com isso eu consegui aumentar meu planejamento em uma hora.

Você não precisa necessariamente trabalhar nessa hora extra. Você pode fazer um esporte, meditar etc. Em alguns dias eu aproveitei e fui para o tênis. Descobri que durante o jogo meu corpo não tem o mesmo rendimento pela manhã, porém ao longo do dia o exercício logo cedo faz muito bem.
Claro que tem uma questão de biorritmo altamente individual, onde cada pessoa sabe o seu melhor período para ser produtiva. Porém, se você realmente se propõe a acordar mais cedo para tocar suas atividades mais importantes, você tem uma série de vantagens. Primeiro porque o período da manhã em geral contém poucas chances de você ser interrompido. É você com você. Segundo, porque se você teve uma boa noite de sono, está recuperado e isso ajuda você e seu cérebro a pensarem melhor, tomar boas decisões e ter boas ideias.
Tirando essas pessoas que nunca serão produtivas pela manhã, existem alguns macetes que você pode fazer para conseguir acordar mais cedo. Selecionei algumas dicas interessantes:
1) Ache um propósito – Se não tiver um motivo forte para acordar mais cedo você simplesmente não vai levantar no horário! Se você precisa praticar exercícios, por exemplo, e esse seria o único horário disponível, estabeleça esse propósito na sua mente. Pense sempre nos resultados que levantar naquele horário poderá trazer para você, para a sua saúde.
2) Faça esporte a noite – Já foi comprovado que aquela história que esporte de noite prejudica seu sono é puro mito! Se você se exercitar corretamente antes de dormir, terá um sono mais recuperador e terá mais disposição durante sua manhã.
3) Discipline seu corpo a dormir um pouco mais cedo – Não adianta querer dormir 1 hora mais cedo, vai ser quase impossível. Agora se você for dormir 15 minutos antes do seu horário, em alguns dias conseguirá disciplinar seu corpo a antecipar seu sono. E assim gradativamente, quando se der conta em poucos meses conseguiu estabelecer um novo padrão de sono.
4) Durma bem – Sem uma boa noite de sono, será impossível acordar cedo, pois provavelmente estará cansado. Existem várias soluções, a primeira é aliviar sua cabeça. O que eu faço é escrever, parece que limpa a cabeça. Existe também um APP para smartphones chamado Relaxer que toca umas "musiquinhas" feitas para ativar seu sono profundo. Em alguns casos você terá de consultar um médico, existem patologias simples de resolver, mas que quando não tratadas prejudicam seu sono.
5) Prepare seu ambiente – Já foi comprovado que as pessoas que desligam a TV e computador com pelo menos uns 45 minutos de antecedência de deitar, têm maior facilidade para dormir. Isso aliado a um quarto escuro ajuda a estimular seu sono, devido a reações químicas no seu cérebro. Faz parte do seu ambiente também um bom colchão e um bom travesseiro.
6) Coloque seu despertador longe – Costumo colocar meu despertador longe para ter que levantar. Outra coisa que pode ajudar é colocar dois ou três alarmes diferentes, assim vai ser despertado mais fácil.
Não existe uma receita de bolo, cada corpo reage de forma diferente e para se adaptar é preciso dar tempo ao tempo, ou seja, não adianta acordar cedo hoje, pular amanhã e voltar depois. É preciso dar rotina ao seu corpo.

Fonte: Administradores

O que faz de você vencedor ou perdedor

Campeões sabem do seu valor e não se desencorajam quando a sociedade os vê com desprezo e como parte de uma grande massa desqualificada por não terem um sobrenome


Ande com os campeões.
Espelhe-se nos campeões.
Pense como os campeões.
Comporte-se como os campeões.
E, de preferência, seja um campeão.

Mas, afinal, o que é ser um campeão?

É cumprir sua missão.
É não mudar de lado por conveniência.
É guardar a fé até o fim.
É ter raízes profundas.
É jamais desistir.
É cumprir suas metas e propósitos.

Afaste-se dos perdedores

Aprenda com seus erros.
Não ceda à filosofia coitadista dos perdedores.
Rejeite seus valores.
E, de preferência, não seja um perdedor.

Mas, afinal, o que é ser um perdedor?

É não ter um ideal pelo qual lutar, deixando a vida levar.
É alterar seu comportamento e valores por conveniência.
É se sentir vítima em vez de autor de sua história.
É ter uma desculpa na ponta da língua para não cumprir seus compromissos.
É sempre desistir pelo calor das primeiras dificuldades.
Campeões puxam a responsabilidade para si. Perdedores acreditam que dependem de terceiros e têm uma frase preferida: "Não é bem assim. Na teoria, é muito fácil falar, mas, na prática..."
Campeões são as melhores companhias da superação. Perdedores param porque está doendo.
Campeões sentem-se estimulados pelos abutres que tentam lhes desmotivar. Perdedores sentem-se consolados pelos abutres, porque encontram argumentos compreensivos para sua fraqueza.
Campeões têm seu foco no troféu e na recompensa. Perdedores têm seu foco no processo, nas dificuldades e naquilo que ele não sente prazer durante sua jornada. A frase muito utilizada pelos perdedores para desistir é: "Eu preciso fazer algo que eu amo". Campeões amam a vitória, ainda que, em alguns momentos, a jornada não seja tão prazerosa quanto ele gostaria.
Campeões fazem a diferença no mundo. Perdedores fazem parte de uma grande massa de descontentes que desfruta dos avanços promovidos pelos campeões.
Temos campeões em missões humanitárias, na área científica, no teatro, nos esportes, em assistência social e em todas os setores da sociedade. Campeões sempre são recompensados, mas não necessariamente com dinheiro, a depender da missão escolhida por cada um.
Temos perdedores na política, na medicina, no mundo dos negócios, na classe operária, nas universidades. Há muitos perdedores ricos, em especial os incompetentes que desviaram dinheiro público e que, por isso, engrossam as filas dos consultórios psiquiátricos para consumir drogas antidepressivas para aliviar sua dor de consciência ao descobrirem que, de fato, o crime não compensa.
Nossa conta bancária não é capaz de nos fazer campeões, nem os nossos bens, diplomas ou títulos. Quando cumprimos nossa missão e estamos dispostos a dar a nossa vida por nosso ideal, frequentemente alcançamos os resultados necessários para sermos reconhecidos dentro do seleto grupo dos campeões.
Campeões sabem do seu valor e não se desencorajam quando a sociedade os vê com desprezo e como parte de uma grande massa desqualificada por não terem um sobrenome. Por outro lado, os campeões também não se iludem, mesmo depois de seu sucesso, quando essa mesma sociedade passa a lhe dar tapinhas nas costas e a puxar seu saco, tentando lhe convencer, dizendo: "você é o cara". Os campeões sabem exatamente quem eles são e o que sempre foram. Sabem que já eram campeões mesmo na baixa, dentro de um transporte coletivo lotado, da mesma maneira que são campeões durante a alta, dentro de um jato executivo.
O reconhecimento da sociedade não altera a identidade de um verdadeiro campeão por uma razão muito simples: os campeões sabem que essa sociedade é hipócrita.
Fonte: Administradores

Tornando-se líder

“Uma pessoa extraordinária atrai pessoas extraordinárias e sabe como mantê-las unidas.” (Johann Wolfgang Von Goethe)
Líder é uma palavra de origem inglesa (“leader”) que, conforme dicionário da Língua Portuguesa possui como significado:
  1. Pessoa que exerce influência sobre o comportamento, pensamento ou opinião dos outros.
  2. Pessoa ou entidade que lidera ou dirige.
  3. Chefe de um partido ou movimento político.
Quando falamos em líder ou liderança, é comum as pessoas obterem exemplos no mundo corporativo, pois grandes empresas buscam constante desenvolver seus profissionais para que se tornem líderes eficazes e conhecidos. Capazes de motivar equipes, elevar a performance e resultados da empresa, ter maior influência e impacto sobre os profissionais.
Mas o líder não é encontrado somente nas empresas. Identificamos um bom líder no momento em que ele se relaciona em sua comunidade, na maneira como toma suas decisões e por meio de suas atitudes e comportamentos. Um líder é capaz de:
Manter o foco no que realmente importa provendo clareza, contexto e direcionamento para si mesmo e para os outros.
Estar ciente do impacto que pode causar nos demais à sua volta e permanecer atento para que este impacto seja sempre positivo, motivando e trazendo à tona o que as pessoas possuem de melhor.
Prover desafios e oportunidades de aprendizado e crescimento a todos.
Construir relações baseadas na confiança e apoio mútuo, onde o “ganha-ganha” é a principal fonte para criação de uma base sólida de engajamento.
Buscar prontamente o desenvolvimento de si e dos demais.
Há quem diga que ser líder é algo nato, e que nem todos possuem este privilégio. Felizmente, esta não é uma verdade! O desenvolvimento da liderança é algo possível a todos que estejam dispostos a:

  • Desafiar seus pensamentos limitantes
  • Aceitar novos riscos e abraçar as novas oportunidades, saindo da Zona de Conforto
  • Assumir responsabilidades pelas ações em sua vida
  • Buscar constante aprendizado e ser receptivo a novas ideias e pontos de vistas das outras pessoas
Para se tornar um bom líder, primeiramente deve-se ser um modelo de atitudes e comportamentos que deseja ver em outras pessoas. Para ser um modelo, deve-se sempre dar o exemplo. Ao dar o exemplo o líder se torna referência e inspira as pessoas a buscarem a excelência e darem o melhor de si. Por isso, líderes são modelos positivos e obtêm com mais facilidade Comprometimento, Cooperação, Apoio e Resultado de seus seguidores.
Independente de seu cargo ou idade, você só terá a ganhar se começar a desenvolver as competências de um bom líder desde cedo. Além disso, com competências e habilidades desenvolvidas, você terá maior sucesso e produzirá resultados maravilhosos em diversas áreas:
  • No convívio familiar
  • Em seu meio social
  • E em sua vida pessoal
Identifique as ações que você pode começar a ter a partir de hoje para tornar-se referência como líder em sua casa, seu trabalho e em seu meio social. Reflita sobre cada uma. Avalie e explore as opções de modo a ter pequenas mudanças constantes e execute-as.
O que devemos ter sempre em mente é que somos observados o tempo todo pelas pessoas, e muitas vezes vistos como modelos. Portanto, ao darmos o melhor de nós mesmos e sempre de forma positiva, inspiramos as demais pessoas a fazerem o mesmo!
Fonte: Administradores

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Imposto na nota - Tire aqui todas as dúvidas sobre a regulamentação


Logo / De Olho no Imposto
Que informação deve constar na nota fiscal?
A nota deve informar em termos percentuais ou valores aproximados os tributos incidentes na formação do preço cobrado do consumidor final de uma mercadoria ou serviço. Se um produto custa R$ 100,00 e aproximadamente R$ 25,00 desse preço se referem a tributos, deve constar na nota fiscal que a carga tributária incidente sobre aquele produto é de R$ 25,00 ou 25%.


Essas informações devem constar em todas as notas fiscais emitidas?

Não. A regra vale apenas para notas fiscais decorrentes da venda de mercadorias e serviços diretamente para o consumidor final – pessoa física ou jurídica que adquira mercadorias ou serviços para consumo próprio ou bens destinados ao seu ativo imobilizado.


Onde essa informação deve ser posicionada?

Em campo próprio ou no campo “informações complementares” do documento fiscal.



Deve ser informada cada mercadoria (ou serviço) comercializada ou o total da nota?

Mesmo considerando que cada uma das mercadorias ou serviços comercializados possuem cargas tributárias distintas, os valores estimados dos tributos incidentes devem ser informados por operação.

Ou seja, num documento fiscal relativo à venda de 4 mercadorias distintas, deve-se informar a carga tributária estimada para o conjunto.


São somados os tributos da União, estados e municípios ou informado apenas valor ou percentual de carga tributária estimada?

Não. Deve ser informado um valor ou percentual de carga tributária estimada para cada ente. Portanto, até três valores devem ser informados: um relativo a tributos federais, um relativo a tributos estaduais e um relativo a tributos municipais.


Quais tributos considerar e em qual campo inserir cada um deles?

Para o cálculo dos tributos federais somar os percentuais do:

a. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);

b. Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), apenas para os produtos financeiros sobre os quais incide diretamente;

c. Contribuição Social para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) – (PIS/Pasep), apenas a parcela incidente na operação de venda ao consumidor final;

d. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), apenas a parcela incidente na operação de venda ao consumidor final;

e. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide); e

f. Imposto de importação, PIS/Pasep/importação e Cofins/importação, caso haja insumos oriundos de operações de comércio exterior e que representem mais de 20% do valor do preço de venda da mercadoria

O valor dos tributos estaduais corresponde à alíquota do Imposto sobre Operações relativas a Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

O valor dos tributos municipais corresponde à alíquota do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).


Nos casos de venda ao consumidor final, são inseridos apenas os tributos pagos na última etapa da cadeia produtiva?

É possível assim proceder desde que, além da carga tributária da etapa final da cadeia produtiva, seja somada eventual incidência tributária anterior (IPI, substituição tributária, por exemplo).

A Lei n° 12.741, de 2012, obriga, inclusive, que todos os fornecedores constantes das diversas cadeias produtivas forneçam aos adquirentes, em meio magnético, os valores do Imposto sobre a Importação (II) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), individualizados por item comercializado.

Existem hipóteses de outros itens que devem ser divulgados?


Sim. Quando o pagamento de pessoal constituir item de custo direto do serviço ou produto fornecido ao consumidor, deve ser divulgada a contribuição previdenciária dos empregados e dos empregadores incidente, alocada ao serviço ou produto.


É possível aproveitar cálculos já realizados sobre a incidência de tributos sobre as mercadorias e serviços comercializados?

Sim. Caso desejem, as empresas vendedoras podem aproveitar estudos anteriores, desde que realizados por instituição de âmbito nacional reconhecidamente idônea e especializada na apuração e análise de dados econômicos.


É possível calcular a carga tributária aproximada das mercadorias ou serviços comercializados? Existe alguma
tabela de referência?

Sim. Todas as mercadorias ou serviços cujas informações de carga tributária aproximada serão informadas ao consumidor final podem ser classificadas de acordo com o disposto em três relações: a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), os itens de serviço da Lei Complementar 116 e a Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e outras Operações que produzam variação no patrimônio (NBS).

Após classificar as mercadorias e serviços que comercializa de acordo com alguma das listas citadas acima, basta correlacionar o código identificador com a respectiva carga tributária aproximada.


Caso em alguma mercadoria ou serviço comercializados haja imunidades, isenções, reduções ou não incidências de um ou mais tributos, como proceder?

Esses valores não devem entrar no cálculo do somatório dos tributos, justamente porque foram eximidos.


Prestadores de serviços de natureza financeira (não obrigados a emitir documento fiscal) estão dispensados de informar a incidência tributária sobre serviços?

Não. Essa informação deve ser afixada em tabelas visíveis em seu estabelecimento.


Existem outras maneiras, além do registro no documento fiscal, válidas para divulgar a carga tributária estimada das mercadorias e serviços comercializados?

Sim. É válida a opção por afixar painel, visível aos consumidores do estabelecimento, contendo a carga tributária estimada em termos percentuais sobre o preço a ser pago em cada mercadoria.

Essa informação pode ser útil principalmente para as empresas que não possuem sistema informatizado de emissão de notas fiscais.


O declarante será tributado a partir dos valores informados na nota?

Não. Os valores apresentados nos documentos fiscais (e em tabelas afixadas nos estabelecimentos) têm caráter meramente informativo.


O microempreendedor individual (MEI), optante do Simples Nacional nos termos da Lei Complementar n° 123, está dispensado de informar a carga tributária incidente nas mercadorias que comercializa ou nos serviços que presta?

Sim. Para o caso do MEI, a informação é facultativa.


A mesma dispensa vale para as micro e pequenas empresas?

Não. Porém, aquelas optantes do Simples Nacional podem informar apenas a alíquota a que se encontram sujeitas nos termos do referido regime. Além disso, devem somar eventual incidência tributária anterior (IPI, substituição tributária, por exemplo).


Existem outras previsões de dispensa da obrigatoriedade?

Sim. Como mencionado anteriormente, a obrigação vale apenas para as vendas ao consumidor final. Portanto, empresas terceirizadas contratadas para executar parte de um serviço, estabelecimentos industriais e comerciais que vendem seus produtos para revendedores ou realizam operações de remessas para industrialização, além de brindes e amostras grátis estão dispensadas dessa obrigação.


O que acontece com os estabelecimentos que não cumprirem essa legislação?

As visitas de fiscalização das entidades de defesa do consumidor serão exclusivamente orientadoras até 31 de dezembro de 2014.


Como as empresas poderão resolver outras dúvidas a respeito do assunto?

O Ministério da Fazenda, o Ministério da Justiça e a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República editarão normas complementares a respeito do assunto para orientar e normatizar outros aspectos da lei e do seu regulamento.

Fonte: Diário do Comércio - SP

domingo, 8 de junho de 2014

Como encontrar o foco no ambiente de trabalho

É bastante difícil ser criativo sob demanda. A maioria de nós precisa de tempo para reflexão, que exige pensar sozinho, sem distrações. Também requer ser capaz de respirar, pensar e absorver o volume de informações para lidar com a resolução de um problema. Conversei com Teresa Amabile para minha série "Liderança: uma aula magna", sobre como o foco individual e o coletivo exercem um papel crítico na resolução de problemas.
"Vamos pegar uma reunião de negócios como um exemplo. Muito pode acontecer em um espaço relativamente pequeno de tempo. Muitas coisas podem acontecer em um tempo relativamente curto. Muitas conexões interessantes podem se desenvolver. Uma grande quantidade de informações pode ser trocada. Como resultado de tantos estímulos, às vezes fica difícil focar em um problema. Foco é particularmente importante quando as pessoas estão tentando resolver um problema criativo urgente.
Para ajudar uma pessoa ou equipe a se manter focada em encontrar as melhores soluções possívels, é preciso que elas se mantenham distantes de outros compromissos. É necessário que estas pessoas se protejam da necessidade de combater as crises do dia-a-dia que surgem em outras áreas do trabalho. Elas têm que sentir que estão em uma missão para serem criativas - isso é absolutamente crucial.
Aqui está uma breve ilustração de como uma organização faz isso corretamente. Uma determinada equipe realmente protegida de distrações externas, a fim de concluir um projeto difícil em um curto espaço de tempo. Eles tiveram a ajuda que precisavam dos outros funcionários da organização, o que é uma condição essencial para que as pessoas façam progresso em algo significativo.
Também lhes foi dado bastante encorajamento pelos seus chefes, que perguntavam sempre: de que vocês precisam? O que nós podemos fazer por vocês? Eles trariam até comida e água se eles estivessem trabalhando até tarde da noite. Isso realmente causou um impacto nas pessoas. A equipe entendeu que o que estavam fazendo era verdadeiramente importante. Essas ações de seus colegas, em todos os níveis, deram mais significado ao que estava sendo feito, porque eles se sentiram valorizados pela organização.
Embora tenham tido enormes obstáculos técnicos para superar, eles se viam fazendo progressos todos os dias em face aos contratempos. Durante esses oitos dias, a equipe estava mais motivada e feliz do que já esteve em um longo tempo, mesmo que estivessem trabalhando arduamente.
Esse é o princípio do progresso em ação."
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Fonte: Administradores