terça-feira, 12 de agosto de 2014

Saiba quais são as 10 carreiras que mais causam estresse, ansiedade e depressão

Algumas carreiras exigem um estilo de vida com horários incomuns, pressão a todo momento e estresse. Você sabe dizer quais são elas?


Exaustão, acúmulo de estresse e pressão a todo o momento. Esses são alguns dos males contemporâneos que podem causar depressão nos profissionais. Imagine então se a profissão que você escolheu está constantemente ligada a muitas outras características como essas?
O site da revista Health listou as 10 profissões que são mais propensas que seus profissionais tenham depressão, ocasionada por estilos de vida incomuns e estressantes. Para a a conselheira de saúde mental e PhD, Deborah Legge, há certos aspectos que apontam que qualquer trabalho pode contribuir para exacerbar a depressão. “Porém, pessoas que trabalham com cobranças e tensão têm maiores chances de desenvolver a doença do que, por exemplo, pessoas que trabalham com gestão. Às vezes, os profissionais não se dão conta que estão doentes e que precisam de ajuda”, disse Legge.
depressão
Você ficou na dúvida se sua profissão está na lista? Confira abaixo as 10 carreiras que precisam de atenção:

Enfermeiras e cuidadoras de crianças

Esse grupo de profissionais está no topo da lista, com quase 11% que enfrentam a doença. Um dia típico pode incluir alimentação, banho e cuidar de pessoas que são incapazes de expressar gratidão e apreciação, "pois, eles estão muito doentes e muito pequenos para isso. Ou simplesmente não têm esse hábito”, revela o psicólogo clínico da Tufts University, Christopher Willard. “É estressante ver as pessoas doentes e não conseguir motivá-las positivamente”.

Garçons

Muitos garçons têm salários baixos e enfrentam jornadas de trabalho cansativas, tendo de lidar com inúmeras pessoas mal-educadas e briguentas. Enquanto 10% destes profissionais que enfrentam depressão a mais que no ano anterior, quase 15% são mulheres. “Muitas vezes, esse trabalho é ingrato. As pessoas podem ser rudes e há grande esforço físico diário. Quando as pessoas estão deprimidas, é difícil ter energia e motivação”, ressalta Legge.

Assistentes sociais

Não é surpresa constatar que os assistentes sociais estão entre os cargos com maiores chances de depressão. Lidar com crianças vítimas de abuso ou abandono e famílias à beira de inimagináveis crises e combinar essas situação com muita burocracia pode deixar qualquer profissional estressado.
“É errado cultivar uma cultura que dita sacrifícios emocionais em pró de um bom trabalho”, diz Willard. Isso se aplica, principalmente, com os assistentes sociais, que trabalam com pessoas carentes e se sentem presos ao próprio trabalho, por achar que não estão dando o máximo de si. É uma pressão muito grande atribuir ao seu trabalho sentimentos como tristeza, dor, felicidade, culpa.

Profissionais da saúde

Médicos, enfermeiros, terapeutas, fisioterapêutas e outros profissionais da área da saúde. Essas carreiras exigem longas e cansativas horas de trabalho e nos mais improváveis horários, tudo com muita atenção e cuidado. Além de atingir o físico, esses profissionais estão constantemente colocados em situações extremamente emotivas, em que vidas de outras pessoas estão em suas mãos, literalmente.
Em outras palavras, o estresse e a pressão sempre desafiará seu bem estar. “Todos os dias eles estão lado a lado com doenças, traumas e mortes, além de lidar com membros da família dos pacientes. Isso pode gerar uma triste perspectiva, que todo o mundo é assim”, lembra Willard.

Artistas e escritores

Essas carreiras podem trazer contracheques irregulares, horas incertas e isolamento. Muitos diriam que pessoas criativas são menos tristes, mas pense se as mesmas não conseguem ter inspiração? De acordo com a publicação, houve um aumento de 9% dos profissionais da área que relataram problemas com depressão, em relação ao ano passado. “O que mais eu vejo é bipolariedade entre os artistas. A depressão é comum para aqueles que trabalham com artes, pois seu estilo de vida contribui para isso”, afirma Legge.

Professores

Muitos professores trabalham em mais de uma ou duas escolas e ainda levam trabalho para casa. Em outras situações, eles aprendem a fazer muito com pouco recurso e tempo. “Há pressão para dar um bom ensino as crianças. Seus pais e escolas cobram do professor o cumprimento de normas e de demandas diferentes”, considera Willard. Para ele, as constantes cobranças podem fazer os profissionais esquecerem da razão de ter escolhido a área.

Profissionais de apoio administrativo

Pessoas dessas áreas, que incluem secretárias e atendentes, sofrem de um caso clássico: alta demanda, baixo comando. Eles estão na linha de frente, recebendo ordens de todas as direções, tanto dos clientes quanto dos patrões. Ainda, são normalmente mal-remunerados e se sentem inferiores por não ter poder para fazer além. Antes de duvidar do estresse causado por essa carreira, conte quantas vezes você já ouviu de algum atendente ou secretária a frase “isto não está ao meu alcance. Poderei lhe encaminhar para o gerente, aguarde”.
Além disso, não são reconhecidos por seu trabalho e ainda precisam contornar educadamente qualquer crise de seus patrões ou consumidores.

Profissionais de manutenção

Como iria se sentir caso apenas fosse procurado quando algo der errado? Isso é essencialmente o “ganha-pão” dos profissionais de manutenção, como encanadores, pintores, eletricistas, entre outros. Eles também têm de trabalhar horas incomuns, pois para atender a demanda, precisam ser rápidos e acessíveis, senão perdem para a concorrência.
Ainda, ganham pouco e fazer trabalhos cansativos. “Em termos de colegas de trabalho, eles são isolados, e isso pode ser um trabalho um tanto solitário”, pontua Willard.

Consultores financeiros e contabilistas

A frase “tempo é dinheiro” se coloca perfeitamente na situação. A maioria das pessoas não gostam de lidar com seus próprias finanças, então imagine lidar com milhares ou até milhões de outras pessoas? “Há grande responsabilidade em cuidar de finanças que não são suas e, ainda por cima, o profissional não tem controle do mercado. Nem sempre é sua culpa, mas mesmo assim, os clientes perdem dinheiro e eles provavelmente tirarão satisfações tão pouco educadas com esses profissionais”, ressalta Legge.
Por Infomoney, 
Fonte: Administradores

25 coisas das quais você deve desistir...

...se quiser ser mais feliz e efetivo em sua vida


A verdade é que você pode escolher não fazer nada. Mas se você escolher fazer alguma coisa, a qualidade da sua vida emocional vai melhorar consideravelmente. O texto abaixo é uma lista de 25 coisas que causam muito estresse e emoções negativas. Apesar de você achar que elas são obvias, não se deixe levar pela aparência das coisas – é um fato óbvio que açúcar e cigarro são prejudiciais à saúde, e ainda assim, a maioria das pessoas não faz nada a respeito.
1. Pare de se punir pelos seus erros. Você realmente acha que você vai pensar com clareza novamente se apontar seu dedo pra sua testa? Você realmente acha que se chamar de idiota vai te fazer ser mais criativo? Claro que não! Ficar se culpando pelos seus erros vai ensinar seu cérebro padrões errados de comportamento. Quando você comete um erro, pergunte a você mesmo o que aprendeu com esse erro e pense o que você pode fazer para melhorar e siga em frente. Não olhe para seus erros como erros, mas sim como um feedback.
2. Pare de procurar pela felicidade externa. Você acha que construir uma casa ainda maior vai te trazer mais confiança? Você espera que um carro luxuoso te traga mais prestígio? Você acha que um título de Mestre ou Doutor vai te fazer parecer mais inteligente ou esperto? Ou que uns quilinhos a menos vão te tornar mais atrativo aos olhos dos seus pretendentes? A ilusão faz com que você se acostume com pessoas que você vai perder mais cedo ou mais tarde. O capitalismo faz com que as pessoas definam elas mesmas a partir da perspectiva do mundo exterior.
3. Pare de pensar mais nos outros do que em você mesmo. As crianças estão felizes? Meu sócio ou chefe está satisfeito? Seus pais estão tranquilos porque você nunca deixa de ligar pra eles? Os problemas dos seus amigos foram resolvidos? Deixar pra pensar em você no futuro te levará a frustação. Quando Bronnie Ware, uma enfermeira australiana, perguntou para seus pacientes terminais sobre seus arrependimentos, a maioria respondeu: “o que eu mais me arrependo é de ter vivido para atender as expectativas dos outros, ao invés de ter tido coragem de viver minha própria vida”.
4. Pare de desistir quando alguma cosa dá errado. Thomas Edson ouviu, uma vez, que ele havia cometido mais de mil erros antes de conseguir inventar a lâmpada. Ele respondeu, então, que aprendeu mil vezes o que não funcionava. A partir do momento que você faz alguma coisa, ela tem chance de dar errado. Afinal, somente aqueles que não fazem nada têm chance de não cometer nenhum erro.
5. Pare de pensar na aceitação dos outros. Você está preocupado se sua mãe aceitará sua escolha? Você está preocupado com a pessoa que brigou com você na internet? Você está preocupado com a pessoa na rua te lançou um olhar de reprovação ou preocupado por não ter tido tantas curtidas no Facebook quanto esperava? Se você acha que mudar quem você é vai te fazer ser aceito por elas, você está bem perto de descobrir que está enganado.
6. Para de conter suas emoções. Seu chefe está bravo e, rangendo os dentes, fala sobre a importância de se manter calmo. Alguém conta uma “piada suja” a uma mulher que acha engraçado e quer rir, mas não pode, pois não é polido, nem elegante, uma mulher rir de uma piada como aquela. Quando alguma coisa que você fez é bem sucedida, você tende a fazer pouco caso da sua conquista (dizendo que foi sorte ou o acaso) para não parecer convencido ou metido. Essas “máscaras” de disfarce impedem você de mostrar seu verdadeiro sentimento. Como consequência, você não consegue lidar com a vergonha, medo ou sentimento de culpa, mas não pode bloquear essas emoções por não querer senti-las.
7. Pare de limitar seu potencial ao de outras pessoas. Um artista ou inventor é sempre um revolucionário que quer mudar o mundo. Ele não aceita o Status Quo. Quando Howard Schultz (o criador da Starbucks) tentava encorajar os americanos a beber Capuccino, as pessoas achavam que ele estava louco. Não deixe que outras pessoas limitem seu potencial. Einstein já dizia: “Algo só é impossível, até que alguém duvide e o torne realidade”.
8. Pare de esperar que as coisas mudem sozinhas. Você realmente acredita que seu companheiro virá se desculpar, ou que um problema particular se resolverá sozinho, ou que um bom emprego vai bater na sua porta pedindo pra você aceita-lo? Como um judeu diria: “você deve ser a causa das coisas, não o resultado delas”. Uma atitude passiva fará de você o objeto da ação de outra pessoa e te fará dependente do resto do mundo.
9. Pare de viver no passado. Você não pode mudar o que passou, somente o que está por vir. Se você aceitar o passado, será capaz de chegar a conclusões racionais e perdoar os erros e sofrimentos passados. Se você parar de pensar no “e se ...” (porque você nunca poderá saber o que teria acontecido se tivesse feito diferente) e no “quando eu tinha sua idade...” (o que seria impossível trazer a realidade presente), aí então você será capaz de resolver muitos dos seus problemas.
10. Pare de pensar que as coisas serão fáceis. Você nunca terá coragem, se não tiver um pouco de medo. Sem inimigos, você nunca aprenderá como ser tolerante, e sem sofrimento, você nunca entenderá o que a sensibilidade significa. Passar a vida de modo fácil e cuidadoso só te faz construir relações superficiais com você mesmo e com outras pessoas, os problemas serão sempre evitados ou escondidos. “Nenhum marinheiro vai aprender a velejar, se o mar for calmo”.
11. Pare de gastar seu tempo com as pessoas erradas. Um patrão que você precisa agradar, ou um cliente que você precisa bajular, ou um tio que é a única pessoa que te acha engraçado. Bem, algumas pessoas simplesmente sugam sua energia. Você deve amar sua família, mas passe seu tempo com pessoas que contribuem para seu desenvolvimento e te faça feliz. Você não é perfeito! Não tem que ser amado por todo mundo.
12. Pare de destruir as coisas. Criticar alguém só para parecer melhor ou mais inteligente, ou ganhar dinheiro às custas de outra pessoa, ou mostrar que você é uma pessoa única e inigualável, ou ser uma pessoa sem caráter e humilhar alguém fazendo uso da sua posição ou autoridade são todos exemplos de comportamento destrutivo. Para fugir de sentimentos ruins, você não precisa recorrer à bebida, ao cigarro e outros semelhantes.
13. Pare de fugir das dificuldades. Mais de 60% que assistem Reality Shows, o fazem por não saberem com o que preencher suas vidas. Ficar o tempo todo em redes sociais, ou pegar o celular assim que tem um minuto livre, ou até comer impulsivamente são exemplos de vícios contemporâneos de pessoas que estão seguindo esse caminho. Você não pode evitar seus problemas, suas dificuldades emocionais ou suas deficiências. Ao invés disso, você deve encarar a realidade e assumir o desafio de superar suas dificuldades.
14. Pare de se comparar com os outros. “Ela foi promovida antes de mim. Mas isso só aconteceu porque ela tem um corpo bonito e é mais atrativa para os homens”, “O filho do meu vizinho já aprendeu a falar, o meu ainda não”. Ficar se julgando se comparando com outras pessoas... Isso lhe parece familiar? Ou talvez seja hora de se perguntar: Eu sou melhor hoje do que eu era ontem? Afinal, ninguém será tão competente quanto você ao lidar com você mesmo.
15. Pare de dizer aos outros somente o que eles querem ouvir. Se você é uma mulher, você pode ser elogiada pelo vestido que está usando mesmo não ficando bem nele. Se você é um homem, pode viver sua vida na crença de que é um mestre na arte do amor. Se você é um estudante, já deve ter ouvido que é o melhor aluno da turma. Uma crítica inteligente é melhor do que elogios vazios, e ser um enganador não irá ajudar ninguém, porque nenhuma pessoa será capaz de mudar sem um feedback, uma opinião verdadeira.
16. Pare de fingir ser quem você não é. Fazer um trabalho para uma pessoa que você odeia? Aceitar ir ao cinema com seu companheiro, quando, na verdade, você queria estar em casa? Se você pesquisar o número de pessoas que estão trabalhando em empregos que elas prefeririam não trabalhar, ou o número de pessoas em relações com pessoas que elas não amam, ou o número de pessoas que dizem alguém coisa que elas não sentem realmente ou fazem coisas que elas na verdade não querem fazer, o resultado seria assustador.
17. Pare de viver sua vida do jeito que os outros acham que você deve. Sua mãe diz que você deve se tornar um médico; seu professor diz que você nasceu pra ser um advogado; e uma revista nova acabou de publicar uma lista de trabalhos do futuro? Parece que muitas pessoas sabem o que você deve fazer da sua vida. Mas nenhuma delas colocará essas ideias em prática, e será você que ficará desapontado. Não há pessoa melhor que você para decidir a maneira como deve viver sua vida.
18. Pare de ignorar a importância de coisas pequenas. Uma pequena mensagem de texto pode fazer o dia do seu parceiro melhor. Um pequeno presente para seu filho pode fazê-lo feliz. Elogios não custam nada, e assistir o por do sol te fará lembrar da beleza do mundo. Com sua mente focada no futuro, com mil problemas pra lidar, você perde momentos da sua vida que nunca mais voltarão.
19. Pare de exagerar e ignorar as coisas. Um avião está com turbulência e um passageiro começou a se desesperar, contudo, isso não fará com que a turbulência pare e o avião provavelmente não vai cair. Todos os dias, alguém bebe um copo de vodka e diz que este será o último copo, mas isso continua por anos. Sua você baseia seu julgamento em fatos e na realidade, você será capaz de manter o bom senso e seu julgamento será mais justo e suas ações mais adequadas.
20. Pare de procrastinar. Você realmente acha que você vai ler todos os jornais que você deixou de lado? Você realmente acha que vai pedir sua namorada em casamento, mas não agora? Provavelmente você vai querer ter filhos um dia, mas aí você terá idade mais de avô do que de pai. As pessoas adiam as coisas por vários motivos: por medo de falhar, pela pressão de se forçar a fazer alguma coisa, por falta de vontade ou para evitar intimidade.
21. Pare de sentir pena de você mesmo. É outra pessoa que está te fazendo sentir mal? Você sofreu muito em sua vida e é incapaz de mudar algumas coisas no seu comportamento hoje? Se você vivesse em um país diferente ou se os políticos no seu país fossem melhores, você certamente seria uma pessoa bem sucedida. É isso que você pensa? Agir como vítima te permite abdicar da responsabilidade de controlar os outros, de encontrar desculpas para suas falhas, mas não te traz nada de bom.
22. Pare de fazer as coisas que outros deveriam fazer. Você emprestou dinheiro para alguém de novo, mas ele ou ela não parece que vai te reembolsar tão cedo? No trabalho, você está fazendo um trabalho que seu colega deveria fazer, dizendo que ele ainda está em faze de aprendizado. Você decide fazer uma coisa que seu marido preguiçoso deveria fazer? A habilidade de dizer “não” é tão importante quanto a habilidade de dizer “sim”, e você precisa saber dizer os dois para estabelecer limites.
23. Pare de reclamar. Pesquisas mostram que pessoas gostam de socializar com pessoas otimistas. Então, pare de reclamar e passe mais tempo com ‘vibes positivas’. É mais saudável e ajuda outras pessoas. E tem mais! Dizem que reduz o risco de pegar um resfriado!
24. Pare de controlar muitas coisas ao mesmo tempo. Seu companheiro vai mudar e se tornar a pessoa que você quer ele seja. Motoristas vão continuar com seu jeito de dirigir e empregados vão continuar fazendo seu trabalho como sempre fizeram até agora. Pessoas não estão dispostas a mudar só porque outras querem que elas mudem, e controlar os outros leva a emoções negativas, além de deixa-los desamparados. Cuidado com o que você realmente controla.
25. Pare de se preocupar tanto. O fato de seu namorado ou namorada estar olhando para outra pessoa não significa que ele vai te trair. O fato de seu patrão estar num dia ruim não significa que ele vai te despedir e seus filhos certamente voltarão pra casa sãos e salvos. A maioria das coisas pelas quais você se preocupa são resultado de pensamentos negativos sobre o futuro e nunca acontecerão.
Por Mateus Grzesiak 
Fonte: Administradores

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Vagas - Fiscal - São Paulo - Empresas selecionam para início imediato


Empresas selecionam para início imediato:

 

Supervisor Fiscal – Município de São Paulo

Com experiência em ICMS, ICMS-ST, IPI, ISS, PIS, COFINS na modalidade cumulativo e não cumulativo, PIS/Cofins sistema monofásico, Diferencial de Alíquotas, Retenção de ISS, IRRF, CSRF, GIA, DIRF, DCTF, EFD-ICMS, EFD-Contribuições e GISS.

Experiência em liderar equipe e acompanhar legislação.

Formação: Superior em Ciências Contábeis ou Direito.

Enviar currículo com pretensão salarial para:
sigaofisco@sigaofisco.com.br – Assunto: Vaga Supervisor Fiscal

 

Analista Fiscal – Município de São Paulo

Com experiência em ICMS, ICMS-ST, IPI, ISS, PIS, COFINS na modalidade cumulativo e não cumulativo, PIS/Cofins sistema monofásico, Diferencial de Alíquotas, Retenção de ISS, IRRF, CSRF, GIA, DIRF, DCTF, EFD-ICMS, EFD-Contribuições, STDA e GISS.

Experiência em liderar equipe e acompanhar legislação.

Formação: Superior em Ciências Contábeis ou Direito.

Enviar currículo com pretensão salarial para:
sigaofisco@sigaofisco.com.br – Assunto: Vaga Analista Fiscal

 

Assistente Fiscal – Município de São Paulo

Com experiência em ICMS, ICMS-ST, IPI, ISS, PIS, COFINS na modalidade cumulativo e não cumulativo, PIS/Cofins sistema monofásico, IRPJ e CSLL do Lucro Presumido, Diferencial de alíquotas, Retenção de ISS, IRRF, CSRF, GIA, DIRF, DCTF, STDA e GISS.

Formação: Técnico em Contabilidade ou cursando Superior em Ciências Contábeis ou Direito.

Enviar currículo com pretensão salarial para:
sigafisco@sigaofisco.com.br – Assunto: Vaga Assistente Fiscal

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O e-consumidor está mais descuidado

Do ano passado para cá, mais pessoas estão fazendo compras pela internet e, apesar desse dado positivo para os sites de e-commerce, o medo de fraudes ainda impede que mais consumidores façam compras online. Além disso, quem compra pela web está se protegendo menos. As constatações são da pesquisa sobre o comportamento dos usuários na internet realizada pela Fecomercio de São Paulo. O estudo foi apresentado durante o VI Congresso de Crimes Eletrônicos, encerrado ontem.


De acordo com o levantamento, que ouviu mil entrevistados em São Paulo, em maio, 58,6% realizam compras pela internet, percentual maior do que o apurado na pesquisa do ano passado, que era de 55,9%. O principal motivo para as aquisições pela internet, apontado por 55,5% dos consumidores digitais, foi a praticidade. Outros 34,5% disseram que o atrativo para comprar pela web foi um bom preço.



Por outro lado, entre os entrevistados que negaram fazer compras online, 25,7% apontaram que o motivo é o medo de fraudes. Do total dos entrevistados, 80,8% revelaram temer ataques de hackers e fraudes em dispositivos móveis e computadores pessoais. Neste ano, 18% dos entrevistados disseram que foram vítimas de crime digitais, um percentual praticamente estável na comparação com o do ano passado, que foi de 17,9%.



Do total, 44,5% responderam que a clonagem de cartão de crédito ou de débito foi o principal crime do qual o entrevistado ou alguém de sua família foi vítima. No ano passado, o percentual de pessoas que revelaram ter sido vítimas deste crime foi de 31,8%. O segundo principal problema, para 16,5% dos entrevistados, foi ter comprado de empresas fantasmas na internet. Já outros 14,8% dos entrevistados tiveram os dados pessoais furtados e usados.



Para Renato Opice Blum, presidente do Conselho de TI (Tecnologia da Informação) da Fecomercio SP, a pesquisa trouxe dados mais positivos esse ano, já que a proporção de pessoas que passaram a comprar na internet foi maior do que o crescimento dos problemas na rede. O que chamou a atenção, segundo Blum, foi que as pessoas demonstraram estar mais descuidadas ou relaxadas em relação à própria segurança. "Para se proteger, o consumidor deve tomar uma série de medidas conjuntas. Deve utilizar softwares de proteção contra vírus, ler inteiramente os termos de uso dos sites nos quais fazem compras e adquirir em sites de empresas com boa reputação na web. O Procon tem uma lista de empresas idôneas, que o consumidor pode consultar. Quando compra em uma empresa fantasma, geralmente o faz pelo preço", explica.



A pesquisa mostra que 34,4% dos usuários da internet não têm nenhum software para proteger os seus dispositivos. Outro dado que mostra o consumidor um pouco mais relaxado revela que diminuiu a quantidade de pessoas que leem integralmente os termos de uso dos sites de e-commerce. Neste ano, apenas 33,4% disseram que sim, contra o percentual de 39,5% em 2013 e de 53,7% em 2012.



A maioria dos entrevistados, ou 65,7%, disseram não saber a razão pela qual muitos serviços de busca e e-mail são gratuitos. Por outro lado, 69,6% disseram que não confiam na guarda de seus dados pessoais nestes mesmos sites. Mais um fator de risco no comportamento do consumidor na rede é o aumento do percentual de pessoas que se interessam por produtos e serviços por e-mail sem tê-los solicitado, que avançou de 41,3% para 46,9%.



Neste ano, a decisão de compra dos usuários foi mais influenciada pelas redes sociais. O percentual dos que assumiram que essa influência existe passou de 36,3%, em 2013, para 41,9% este ano. "O maior problema dos usuários é a falta de conhecimento. Com o Marco Civil isso tende a melhorar, já que as pessoas terão educação digital nas escolas", conclui.


Arte: MAX

Megarroubo virtual
Um círculo criminoso russo acumulou a maior coleção conhecida de credenciais de acesso à internet, o que inclui 1,2 bilhão de senhas e nomes de usuários, além de 500 milhões de endereços de e-mail. A descoberta foi feita por uma empresa de segurança de Milwaukee, Estados Unidos, a Hold Security, segundo informou a publicação The New York Times (NYT). 
Os alvos dos criminosos são os mais diversos: desde empresas listadas entre aquelas de maior faturamento do mundo até pequenos sites, dentro e fora dos Estados Unidos. representantes da Hold Security chamaram a atenção para o fato de a maioria dos sites hoje serem vulneráveis a estes tipos de ação.
A matéria da NYT diz que há uma preocupação entre os especialistas em segurança da internet quanto à real capacidade de impedir as ações de criminosos virtuais. Para eles, esta é cada vez mais "uma batalha perdida".
O texto lembra que em dezembro do ano passado 40 milhões de números de cartões de crédito e 70 milhões de endereços, números de telefone, além de outras informações pessoais foram roubadas da gigante do varejo Target por hackers da Europa Oriental. Outros 200 milhões de registros pessoais foram roubados em outubro de 2013 no Vietnã. Mas nada se compara à recente ação do grupo russo.
Celular precisa ser seguro e fácil
Apesar de a segurança de transações financeiras no celular depender de um sistema operacional com proteção e de medidas que devem ser adotadas pelo usuário (como o cuidado com senhas e antivírus), o aparelho é seguro contra um tipo de vírus que altera a sequência numérica do boleto na hora da impressão. "O leitor do celular captura a imagem do código de barras, algo que é difícil de alterar", comentou Gustavo Ribeiro, superintendente de Novos Negócios da Rede, durante o VI Congresso Fecomercio de Crimes Eletrônicos. Curiosidades à parte, o executivo disse que não há dispositivo 100% seguro. O que vai fazer o celular deslanchar como meio de pagamento não é só a segurança, mas uma solução que o torne tão fácil para o consumidor como tirar o cartão de plástico da carteira e digitar uma senha. "Um lojista dificilmente vai usar apenas o celular para receber pagamentos e depender do serviço de telefonia. Isso geraria uma fila grande. E a bateria poderia acabar. Essas soluções têm sido eficazes para os vendedores de ocasião", afirmou Ribeiro. 
Ribeiro disse que estuda inovações nesta direção. Para ele, os aplicativos têm se mostrado eficientes para tornar o celular um meio de pagamento. Já o NFC (Near Field Communication, tecnologia que permite a troca de informações sem fio) é uma solução que está em estudos por Apple, Google e Microsoft. No entanto, o NFC não está dentro de todos os aparelhos smartphones, o que é um entrave para que a tecnologia decole. A biometria, na opinião do executivo, ainda é incipiente. 
Segundo Flavio Xandó, fundador da FX Soluções em Informática, no Brasil há 18 milhões de estabelecimentos comerciais com potencial para receber pagamentos por celular. Ele disse que o pagamento por celular pode ser uma ferramenta de inclusão financeira. "Hoje há 56 milhões de pessoas sem conta-corrente, ou 40% da população", disse. 
Para Ribeiro, da Rede, enquanto pouca gente utiliza o celular como carteira, cresce a substituição do computador pelo celular na hora de fazer compras online. A estimativa é que, até o fim do ano, 10% das compras pela internet no Brasil sejam realizadas pelo celular, atitude que nos EUA é chamada de compra de sofá. Ele reforçou que o incremento de usuários que compram pelo celular dependerá de aplicativos que tornem essa experiência mais simples e prática, sem que a pessoa tenha de preencher enormes formulários na pequena tela.

Por Rejane Tamoto
Fonte: Diário do Comércio

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Empresas reduzem jornada de trabalho para atrair e motivar profissionais

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, e Larry Page, presidente-executivo do Google,
defenderam praticamente a mesma coisa recentemente: as pessoas deveriam trabalhar menos dias da semana para serem mais felizes e produtivas. Mas especialistas dizem que a estratégia pode não funcionar para todos os setores, além de não deixar todo mundo contente.

Para o bilionário mexicano, o melhor seria que as pessoas trabalhassem apenas três dias por semana, às vezes por até 11 horas diárias, com carreiras mais longas, até os 70 anos de idade.

No Brasil, algumas empresas estão tentando colocar em prática variações desse modelo. Na Itaro.com, um e-commerce de pneus, os profissionais das áreas de logística, marketing, vendas e finanças podem tirar um dia da semana para cuidar de assuntos pessoais.

No caso da empresa, a justificativa não é exatamente o bem-estar ou a produtividade dos
funcionários, mas sim algo econômico: conseguir bons funcionários sem pagar salários muito altos.

"Somos uma start-up [empresa iniciante] e precisamos atrair talentos, mas não temos como pagar salários iguais aos de grandes empresas", afirma o diretor-executivo Aubert Issachar.

A Ecommet, uma empresa de tecnologia com 31 funcionários, é mais ousada. A equipe comercial da companhia trabalha com metas mensais. Quando elas são atingidas, os profissionais podem tirar folgas até o próximo mês.

"É uma questão motivacional. Antes, eles batiam a meta no fim do mês, ou não batiam. Agora, o alvo é alcançado no dia 22 e alguns preferem continuar trabalhando para ganhar mais comissões", diz o sócio da empresa, Frederico Flores, 27.

A Mondelez, multinacional dona de marcas como Lacta e Trident, dispensa os 1.500 profissionais da área administrativa de São Paulo mais cedo, às 13h, duas sextas-feiras por mês. As horas restantes devem ser compensadas.

A prática foi implementada em 2011 como forma de reduzir o banco de horas dos funcionários, que cresce no fim do ano, por causa do ritmo de trabalho.

"Não é obrigatório, mas a empresa tenta incentivar que as pessoas saiam mais cedo, fechando áreas de alimentação", conta Nivia Belopede, gerente da companhia.

Para Elaine Saad, vice-presidente da ABRH (associação de recursos humanos), esse tipo de benefício não funciona para todo mundo. "Nem sempre o tempo é uma questão valiosa para todos", diz.

Marco Tulio Zanini, professor da Fundação Getulio Vargas, faz coro. "Não dá para afirmar que esse tipo de benefício aumenta a produtividade dos profissionais. É preciso que haja uma discussão entre funcionário e empregador para adequação das necessidades de cada um."

Segundo Saad, é importante que esse tipo de política seja muito clara. "Se a pessoa pode sair na sexta-feira e não sai, é preciso dizer que ela não pode tirar essas horas em outro dia. Isso pode gerar implicações trabalhistas se não for bem explicado."

A redução de dias ou de horas em que se trabalha pode ser mais difícil em uma era em que, com a tecnologia, pode-se trabalhar de qualquer lugar e a qualquer hora.

"Se você falar para um jovem que ele não pode abrir o e-mail porque não está no horário de trabalho, ele vai rir de você", afirma Sólon Cunha, sócio do escritório de advocacia Machado Meyer.

Ele diz que algumas empresas já tomam iniciativas espontâneas quanto a isso, desligando o acesso do empregado à base tecnológica da companhia a partir de determinada hora. "Tirar a ferramenta do empregado para ele não usá-la me parece meio rústico. As pessoas têm que se impor limites", opina.

No caso de Page, do Google, a proposta é reduzir as horas trabalhadas na semana e também trocar funcionários de período integral por profissionais de meio período, o que poderia gerar mais empregos.

Esse tipo de medida é polêmica no Brasil. Tramita na Câmara há quase uma década a PEC 231, proposta de emenda constitucional que diminui a carga horária semanal de 44 para 40 horas e aumenta o valor da hora extra para 75% sobre o preço da hora normal. A medida, defendida por sindicatos, tem resistência de empresários.

Para Romeu Bueno de Camargo, assessor jurídico da Fecomercio-SP, a redução da jornada pode ter impacto negativo sobre os principais setores do mercado de trabalho, a indústria e o comércio, inibindo contratações.

Isso porque, nesses ramos, obrigatoriamente alguém precisa estar trabalhando em certos períodos para atender clientes ou estar na linha de produção.

Um estudo da instituição indica que, se não houver aumento de produtividade, a redução na jornada e o aumento da hora extra podem gerar aumento de 17,5% na folha de pagamento das empresas. Mas ele afirma que as políticas de redução de jornada podem ser positivas em alguns mercados.

"Há setores que conseguem substituir a mão de obra por automação [bancos, montadoras deautomóveis e grandes grupos econômicos], trabalhando com contingente menor e mais qualificado de empregados, o que facilita a negociação sobre jornadas diferenciadas", diz.


Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Suporte: entendendo o problema e transformando a solução

O conceito do problema é que, à medida que as organizações investem em soluções que visam eficiência, ou mesmo em ferramentas que são necessárias para atender a requisitos obrigatórios expostos pelo Governo, o problema se torna autossuficiente
O avanço tecnológico chegou para ficar. Com ele, uma mudança de comportamento veio para estabelecer um novo patamar nas rotinas das pessoas e das empresas. Quem não busca estar up-to-date com as tecnologias? Sejam os tablets, smartphones, melhores condições de mobilidade e conectividade. As empresas também estão constantemente buscando inovação para melhorar a performance e os resultados corporativos. Sem falar das obrigações legais, pois os órgãos públicos não ficariam de fora desta “onda”. Eis o desafio do mundo corporativo: como manter-se atualizado, com as melhores soluções tecnológicas para melhorar a eficiência operacional e atender ao cenário legal, e ainda por cima suportando todo este contexto?
O conceito do problema é que, à medida que as organizações investem em soluções que visam eficiência, ou mesmo em ferramentas que são necessárias para atender a requisitos obrigatórios expostos pelo Governo, o problema se torna autossuficiente. O problema nasce com a necessidade de aderir uma solução ao negócio.
Implementar um sistema garantindo que seja aderente ao negócio é a segunda parte do problema. E, uma vez em produção, suportar a solução é a terceira parte do mesmo problema. Esta última de forma contínua. Logo, tornando evidente a percepção do desgaste.
Este conceito define a realidade vivenciada pelas empresas, na qual se consideram “reféns” do suporte e sustentação para garantirem que os negócios se mantenham operacionais. Por consequência, explica um pouco as falsas sensações de baixo valor agregado e custo fixo indesejado.
No entanto, o serviço de suporte pode colaborar de forma importante com a empresa que o contrata. Veja o ciclo de valor que envolve este tipo de serviço, representada pela figura abaixo:

O cliente já vivenciou os problemas nas suas duas instâncias iniciais: necessidade de aquisição e implementação de uma solução. Agora, representado pelo fluxo, o cliente direciona uma demanda para a estrutura de suporte contratada. Esta demanda é sempre um problema rotineiro, podendo ser um problema sistêmico ou mesmo alguma dificuldade de uso da solução. De qualquer forma, sempre carregado de expectativa para resolução rápida e com menor custo possível.
Quando o fornecedor de suporte toma ciência da demanda, sua estrutura de atendimento começa a trabalhar em busca da resolução. E aí inicia o processo de colaboração, que está intrínseco no serviço de suporte.
Na primeira etapa, o fornecedor utiliza suas ferramentas de relacionamento com o cliente e conduz a demanda dentro da sua estrutura para atendimento da mesma. Neste passo, o cliente não percebe qualquer valor no serviço.
Na segunda e terceira etapas, os profissionais utilizam seu conhecimento em busca da resolução, fazendo uso dos procedimentos e sistemas que consolidarão a solução a ser apresentada. Nesta fase, o cliente ainda não percebe o valor que o serviço está agregando ao negócio.
Finalmente, na última etapa, a solução é entregue para o cliente, dando fim ao ciclo de valor do serviço. Nesta última etapa de entrega da solução, o cliente poderá perceber de forma mais clara o valor do serviço à medida em que uma solução consistente atenda às expectativas do negócio. Logo, cabe dizer que o cliente percebe o valor do serviço de suporte através da solução que lhe é apresentada para cada problema demandado.
Porém, para o fornecedor é importante estar claro que a solução é um composto de todas as etapas anteriores. Diferente do conceito do problema, a solução não é autossuficiente.
A consolidação de processos claros e ágeis, bem como o uso de ferramentas de controle adequadas, permitirá que a demanda do cliente seja conduzida com fluidez dentro da estrutura de suporte. A transferência de conhecimento proporcionada por profissionais capacitados e bem treinados será fundamental para o entendimento do problema e a proposição de uma solução, contribuindo de forma indireta para o aprendizado do cliente. Procedimentos padronizados e ferramentas que possibilitem uma boa gestão da base de conhecimento também são fatores que permitem a entrega de uma solução objetiva.
Enfim, o cliente sempre perceberá o valor do serviço através da solução entregue para cada problema. Isso significa que o valor não está nas pessoas ou no conhecimento? Não! Apenas significa que as pessoas, o conhecimento e todos os demais aspectos que contribuem para a construção da solução têm a sua entrega de valor individual, que forma o valor total da solução final que é percebida.
Neste caso, a capacidade de compreender o problema direcionará a construção da solução. E toda vez que o cliente final perceber valor na entrega da solução adequada será mais um passo dado para a transformação da relação “problema X solução”.
Por Oli Soares Junior 
Fonte: Administradores


10 ações diárias que ajudarão a deixar você mais inteligente

Pequenas coisas que você pode fazer durante o dia, desde escrever a se cercar de amigos inteligentes, podem contribuir


Não são só os genes e a escola que formam sua inteligência. A forma como você leva a vida e as informações que chegam ao seu cérebro também contribuem para seu potencial mental. Pensando nisso, o site Business Insider preparou uma lista de 10 pequenas ações que podem ser tomadas no seu dia a dia e que farão diferença. Confira abaixo:
1. Aproveite melhor seu tempo online
Checar as redes sociais, acompanhar sites de entretenimento e ver vídeos engraçados no Youtube são formas legais de se passar o tempo na internet, é verdade. Mas nem todo o seu tempo livre precisa ser gasto assim. Troque o vídeo viral do dia por alguns minutos consumindo algo mais nutritivo para sua mente. Cursos e palestras online (nosso ADM Talks tem maravilhas!), por exemplo, são boas opções.
2. Escreva o que você aprende
Não precisa ser algo longo ou elaborado, mas reserve um tempo para refletir e escrever sobre o que você aprendeu durante o dia. Pesquisadores recomendam a prática para aumentar sua capacidade intelectual.
3. Faça uma lista de coisas feitas
Em vez de fazer uma lista de coisas que você precisa fazer, escreva o que você já fez. Confiança e felicidade estão diretamente relacionadas à inteligência, e lembrar todas as coisas que você já conseguiu lhe deixará satisfeito.
4. Pegue seu jogo de tabuleiro
Jogos de tabuleiro e quebra-cabeças são divertidos e também ajudam a exercitar o cérebro. Jogue Batalha Naval, xadrez, jogos de cartas e faça palavras-cruzadas sem dicas ou ajuda de outras pessoas.
5. Tenha amigos inteligentes
Seu QI é a média do QI das cinco pessoas mais próximas a você. Isso significa que você deve se cercar de pessoas inteligentes. Pode até ser meio difícil para sua autoestima, mas ser amigo de pessoas mais inteligentes que você é uma das formas mais rápidas de se aprender.
6. Leia bastante
Todos sabem, mas não custa repetir: leitura é essencial. Não há um consenso sobre qual o melhor tipo de leitura, pode ser o hábito de ler jornais todos os dias ou ler uma variedade de ficções e não-ficções, mas todos concordam que a quantidade é importante. Apenas leia.
7. Explique para os outros
˜Se você não consegue explicar algo de modo simples é porque não entendeu bem a coisa", afirmou Einstein. E ele está certo. A melhor maneira de saber se você realmente aprendeu algo é tentando explicar. Tente sempre explicar aos outros coisas que você aprendeu. Adquirir novos conhecimentos é fácil, difícil é mantê-los. Ao explicar, sua mente realmente retem as informações.
8. Faça coisas novas inesperadas
Depois de largar a escola, Steve Jobs resolveu fazer um curso de caligrafia. Parecia irrelevante na época, mas as lições de design que teve acabaram lhe servindo para criar os primeiros Macs. A lição: você nunca sabe o que será útil no futuro. Tente coisas novas, sem saber realmente como lhe servirão. No futuro, coisas que antes eram aleatórias podem se ligar e se tornar experiências importantes.
9. Aprenda um novo idioma
Você não precisa virar fluente ou correr para outro país para aprender um novo idioma. Estude no conforto de sua casa, nos diversos cursos online que podem ser encontrados na internet, e ainda colha os diversos benefícios para sua mente.
10. Descanse um pouco
É muito importante tomar um tempo para deixar sua mente livre de qualquer estimulação. Dê espaço para que ela processe tudo que aprendeu. Sente em silêncio, exercite-se, passe algum tempo apenas pensando.
Fonte: Administradores