quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Dicas para o profissional que vira chefe dos colegas

Tudo depende da postura pessoal, mas clareza da empresa, desde a escolha do novo nome, é fundamental

RIO — No dia a dia, colegas de trabalho criam laços de amizade e acabam conhecendo bem as qualidades e os defeitos uns dos outros. Muitas vezes, passam por situações semelhantes e até compartilham algumas frustrações — como falta de reconhecimento e salários abaixo do esperado. Mas, e quando um profissional é promovido e passa a liderar aqueles que antes eram seus pares? Para especialistas, para fazer essa relação dar certo, é preciso definir funções e, no ambiente de trabalho, impor limites e deixar as questões pessoais de lado.

Geralmente, ressalta a coach Dirlene Costa, da High Performance, quando um profissional é escolhido para liderar uma equipe da qual já faz parte é porque ele tem uma postura de liderança e, em algum momento, se destacou no time. E não é por isso que vai deixar de fazer parte do grupo:

— Ele pode e deve manter um bom vínculo com os colegas. Porém, a equipe precisa distinguir o colega do líder, e isso vai depender da postura que ele irá assumir. O novo chefe deverá ser claro desde o início, mostrando que a amizade continua, mas que terá que assumir seu papel, delegando tarefas e cobrando resultados quando necessário.

Sócio da MSA Recursos Humanos, Francisco Resendes destaca que a meritocracia, que está baseada na percepção dos superiores sobre o potencial e o histórico de resultados do profissional, fortalece o grupo.

— Se a decisão superior é percebida pela equipe como justa, a equipe se sente fortalecida, pois a possibilidade de crescimento em suas carreiras dentro da empresa tem um exemplo concreto.

Transparência na hora de comunicar a mudança
E como comunicar a mudança aos demais funcionários? O mais aconselhável é que o chefe que fez a seleção informe a todos e explique os motivos, sem desvalorizar os outros, aconselha Dirlene:
— A equipe não deve saber nos corredores, mas pela empresa e pelo próprio profissional promovido. Isso traz credibilidade e confiança diante da mudança. E o próximo passo é o novo chefe fazer uma reunião para comunicar, agradecer a oportunidade, ressaltar os pontos positivos da equipe e pedir a colaboração de todos, para que juntos alcancem os objetivos propostos.

Incentivar o engajamento dos colegas e manter um bom canal de comunicação é uma boa estratégia para iniciar esta nova fase, afirmam os especialistas. Conversar e saber ouvir são essenciais neste momento:

— As pessoas querem ser ouvidas e esperam conviver num ambiente que se sintam úteis. O primeiro passo para o sucesso está em abrir este canal — afirma o psicólogo e sócio-fundador da Top Quality, Carlos Eduardo Pereira.

Para o sócio da MSA Recursos Humanos, Francisco Resendes, a transparência dos critérios adotados caso a caso também fortalecem uma liderança:
— A postura ética e a justiça nas decisões cotidianas do novo chefe estará sendo observada. Ele deve conquistar a confiança dos colegas obtendo deles comprometimento e lealdade.
A coach Dirlene Costa ressalta que o fato de o novo líder ter feito parte da equipe que está assumindo tem uma vantagem: ele conhece um pouco de cada integrante. Sabe as dificuldades, angústias e demandas individuais e do grupo.

— Isso não quer dizer que ele poderá resolver tudo. Mas é um diferencial e, a partir daí, o líder pode trazer alternativas e soluções para montar um time de alta performance. Saber o que cada um faz melhor e potencializar este grupo — diz ela.

O ponto negativo, e talvez o mais complicado, segundo Dirlene, é ter na equipe um profissional que confunda os papéis, isto é, que queira ser tratado diferente porque é amigo do novo líder:
— Para driblar este tipo de situação, a clareza deve ser estabelecida desde o início. Por isso, quando um profissional é promovido a uma posição de liderança, o ideal é passar por um programa de desenvolvimento para líderes, que dará suporte para o novo desafio.

Já a coach executiva Eva Hirsch Pontes diz que, numa situação como esta, a maior dificuldade do chefe novato é delegar tarefas. Ela diz que, Enquanto o profissional tem um cargo técnico, ele precisa apenas cumprir prazos e desenvolver as habilidades necessárias para que a entrega do resultado seja satisfatória. Ao assumir um cargo de chefia, ele passa a liderar uma equipe e é necessário abrir mão de alguns detalhes e delegar tarefas para que os profissionais adequados se desenvolvam através delas.

— Saber delegar tarefas é uma das principais e mais difíceis competências de um bom gestor — afirma a coach, que baseia sua afirmação no desafio encontrado por aqueles que deixaram as áreas técnicas ou operacionais para assumir a liderança de equipes ou do próprio negócio.

Eva destaca que aprender a delegar é um passo indispensável para o profissional ter tempo para priorizar ações estratégicas na empresa e ainda é a melhor forma de desenvolver cada membro da equipe.

— Quando nós somos líderes de nós mesmos, precisamos nos preocupar apenas em cumprir prazos e ter habilidades técnicas para desenvolver as tarefas e garantir o melhor resultado e qualidade do trabalho. À medida que o profissional cresce na carreira, ele muda a forma de administrar o tempo, as habilidades que desenvolve e aquilo que valoriza. Ao virar líder de pessoas, ele precisa desenvolver sua equipe, e delegar tarefas é a melhor maneira de fazer isso — explica.

Por Ione Luques
Fonte: O Globo - RJ

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Convivência e aprendizagem mútua

Foto / SXC
Convivência significa "viver com" outra pessoa num processo de dinâmica relações interpessoais, seja no âmbito familiar, seja no contexto empresarial. Na família, claro, essas relações envolvem laços de intimidades; nas empresas, por sua vez, pressupõem-se também laços de afetividade, mas sem uma abordagem intimista.

Problemas à vista. Onde? Na própria convivência, pois nela estão as relações humanas e em qualquer processo relacional surgem eventuais atritos.

Soluções à vista. Como? No diálogo. Conforme sabedoria popular nos ensina, "é conversando que a gente se entende". De fato, o diálogo, na família ou na empresa, guardadas as devidas proporções, funciona como uma espécie de "abre-te-Sésamo", permitindo a entrada e o fortalecimento da afetividade saudável que precisa permear quaisquer modalidades de relacionamento humano.

A convivência, quando bem cultivada, gera a qualidade tríplice entre todos os envolvidos, a saber: 1- harmonia; 2- prazer e 3- produtividade.

Antigo bordão, mas ainda válido em nossos dias, diz: "Passamos os melhores anos da nossa vida trabalhando". E onde trabalhamos? Em uma empresa, rodeado por colegas de trabalho, ou mesmo atuando por conta própria, mas ainda assim necessitamos estabelecer boas pontes de relacionamento com as demais pessoas.

E por que, em algumas empresas, a convivência se torna um martírio?

Existem vários motivos para que isto ocorra, mas os mais comuns acontecem pelas seguintes razões:

1- Relações humanas empobrecidas. As pessoas, no ambiente de trabalho, não se permitem conhecer umas às outras, não no sentido intimista, porém no interessar-se genuinamente pelo outro, escutando-o e compartilhando ideias e sonhos, pois isto, o escutar e compartilhar, é o que nos torna verdadeiramente humanos, independentemente da profissão que exercemos ou do cargo hierárquico ocupado.

2- Relações humanas amorfas, isto é, sem forma, quando o outro ao meu lado é "invisível", assim como eu o sou também para ele. Temos aqui um paradoxo doloroso: corpos presentes no ambiente de trabalho (hardware humano), porém mentes ausentes (software emocional desconectado do meu próximo).

3- Relações humanas tóxicas. Essas empresas também são tristemente conhecidas como "filiais do Inferno". Isto é amiúde gerado por chefias tirânicas, que impõem o medo no dia a dia. Ocorrem também quando a cultura empresarial, digamos assim, é erigida sobre a plataforma insana da competição acirrada internamente – quando o que deveria existir seria a saudável cooperatividade, com equipes atuando em sinergia.

Já nas empresas onde as relações humanas ocorrem num processo simbiótico, temos as trocas afirmativas no dia a dia, o respeito à diversidade e, como consequência positiva, a aprendizagem mútua, catapultadora do crescimento individual e do coletivo no âmbito das organizações

E como é na sua empresa? As relações humanas são empobrecidas, amorfas, tóxicas ou simbióticas?


Por Luiz Oliveira Rios
Fonte: Diário do Comércio - SP

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

10 dicas para equilibrar as contas e manter o desempenho profissional

Problemas financeiros podem afetar sua vida pessoal e profissional. Fique atento às suas ações e saiba como prosperar, equilibrando o bolso



Há quem diga que dinheiro não traz felicidade e há quem discorde dessa máxima. O orçamento doméstico, diferentemente do que muitos pensam, está completamente ligado ao êxito profissional de qualquer pessoa. Não há quem trabalhe, desenvolva projetos ou até mesmo alcance metas sem estar ‘de bem’ com o bolso. 
A conta é simples, qualquer aspecto desorganizado na vida de um indivíduo contamina todos os outros e os problemas financeiros não ficam de fora, pois afetam diretamente os relacionamentos, o convívio social e familiar, os momentos de lazer, o sono e, consequentemente, a saúde. Sem contar a imagem do profissional, que não consegue transmitir segurança e transparece seus infortúnios ao reclamar, constantemente, que o salário é baixo e mal paga as contas no fim do mês.
Vale lembrar que uma pessoa bem-sucedida também passa por contratempos econômicos, todavia, se organiza para solucionar rapidamente o aborrecimento de modo que não chega a afetar seu desempenho profissional, tão pouco sua imagem.
E como organizar nossos gastos, mesmo parecendo impossível diante de um comércio globalizado, das ofertas que chegam diariamente em nossos e-mails, das épocas de descontos, bota-foras de shopping e as facilidades de crédito que nos deixa suscetíveis a cair na tentação de comprar algo que precisamos... ou não?
As atitudes são fundamentais para equilibrar os gastos e prosperar com aquilo que se tem. Analise suas ações, administre bem aquilo que entra e sai da sua conta.

1. Controle o dinheiro e não seja controlado por ele
As pessoas contam que se ganhassem mais não teriam tantas dívidas. A verdade é que existem famílias que ganham menos que outras e conquistam muito mais, simplesmente porque não gastam mais do que ganham. Aprenda a conviver com a sua renda e não se iluda, não existem milagres financeiros.
2. Liste seus gastos
Relacione todas as despesas, das maiores às mais insignificantes como o chiclete ou o cafezinho após o almoço. No fim do mês você saberá onde aplicou seu dinheiro e perceberá que pequenos gastos podem ser um gigante invisível que consome uma boa parte da sua renda.
3. Cuidado com a pose e as posses
Não pense que está vivendo melhor por adquirir recursos extras, o conforto momentâneo acabará quando o seu orçamento estourar, dando lugar ao estresse e às preocupações que afetam a tranquilidade de qualquer pessoa. Poupe dinheiro e conquiste aquilo que deseja quando seu orçamento permitir, evitando transformar sonho em prejuízo.
4. Crie inimizade com a impulsividade
Comprar porque simplesmente gostou de algo ou porque o valor está dentro do que se pode pagar é uma ação imprudente, a empolgação causa estragos e por um bom tempo. Resista às compras por impulso e volte a olhar seu controle de gastos, pergunte-se o quão aquilo é útil e se consegue viver sem esta aquisição. E se você é uma pessoa que, mesmo avaliando os riscos, não aguenta passar por um shopping sem adquirir algo ou que compra indiscriminadamente sem refletir nas consequências, cuidado, você pode sofrer de um distúrbio psíquico emocional, precisando de cuidado médico.
5. Previna-se da autoajuda
Muitas pessoas usam as compras como uma bonificação para compensar um problema, quase como uma terapia de autogratificação. O problema é quando essa atitude compromete o seu orçamento e, ao invés de aliviar algo, criará outras tensões ainda maiores, o endividamento é uma delas.
6. Programe o futuro
Planejar a longo prazo tornou-se um comando bastante óbvio. Temos planos e sabemos que é bastante desafiador programar algo com o orçamento mensal, mas é preciso. Reavalie seu orçamento e corte os supérfluos e se, por acaso, não tiver gastos extras, pergunte-se o que pode sacrificar hoje para obter algo maior no futuro.
7. Conte com a colaboração da família
O controle de despesas deve ser compartilhado com o cônjuge, filhos ou pais para que todos possam compreender a necessidade de frear gastos para obtenção de metas. Essa ação, além de distribuir responsabilidade para evitar conflitos financeiros, aproxima a família que passa a trabalhar em equipe.
8. Garanta uma quantia para emergências
Destine pequenas reservas para adversidades como o pneu do carro que furou, a troca de um móvel que quebrou, a compra de remédios para um tratamento de saúde, um táxi para uma reunião de última hora, enfim, imprevistos acontecem e não podemos deixar de pensar neles, e é possível resignar uma quantia sem implicar no orçamento mensal.

9. Ajude a ser ajudado

Reveja se a sua ajuda a um amigo ou um parente não está prejudicando o seu controle financeiro e se não há outro tipo de ação para colaborar com essa pessoa sem que ela se torne um gasto a mais na sua vida.

10. Conheça o coaching

O processo traz metodologia eficaz para quem busca ferramentas e técnicas precisas para alcançar propósitos pessoais e profissionais, desenvolvendo e performando competências fundamentais para atingir o sucesso em todas as ações, influenciando fortemente nos recursos e proventos econômicos. 

O segredo da prosperidade é enxergar e melhorar a relação que temos com o dinheiro, não há soluções milagrosas para multiplicar aquilo que recebemos mensalmente, mas é possível tornar nossos rendimentos ainda mais valiosos, afinal de contas, somos o que economizamos.


Fonte: Administradores

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

É a produtividade

Depois de acelerar para 4% ao ano, em média, durante o segundo mandato do presidente Lula (PT), o PIB retomou, nos últimos anos, seu enervante ritmo de tartaruga. Na administração Dilma Rousseff (PT), a alta anual será inferior a 2%.

Num aparente paradoxo, a geração de empregos manteve-se positiva até o ano passado, com razoável crescimento da renda. De 2007 a 2013, criaram-se 9,4 milhões de postos formais no país. Se o mercado de trabalho se expandiu tanto, por que não o PIB?

A série de reportagens "O Brasil que trabalha", publicada por esta Folha, ajuda a compreender a dificuldade do país para crescer mesmo num contexto de expressivo avanço do emprego e da renda.

Ocorre que, do total de vagas geradas nesse período, metade corresponde aos dez setores de menor qualificação, que têm índices baixos de produtividade.

São ocupações de pouca especialização, como ajudante em construções, faxineiro, vigilante e recepcionista. Somente o cargo de auxiliar de obras, por exemplo, teve 921 mil novos postos, quase 10% do total.

Não se pode subestimar o impacto benéfico de tais empregos. A formalização das relações de trabalho viabiliza a participação do cidadão na economia de mercado; a carteira assinada representa um passaporte para a conta bancária e o consequente acesso ao crédito, inclusive ao financiamento da tão sonhada casa própria.

Outro aspecto positivo é a diminuição do fosso social. Os salários de menor qualificação foram os que mais cresceram - oito vezes mais, na comparação entre trabalhadores com até quatro anos de estudo e os mais escolarizados, com 17 ou 18 anos de instrução.

Por outro lado, houve redução de vagas em setores que demandam maior qualificação, como operador de máquinas, supervisor administrativo e pessoal ligado à pesquisa. De modo geral, as categorias com escolaridade mais alta tiveram crescimento menor.

Esse padrão de criação de empregos, concentrado em ocupações menos qualificadas, não contribuiu para acelerar a produtividade da mão de obra como um todo, que cresceu menos de 1,7% ao ano de 2010 a 2013.

No fundo, o principal obstáculo à expansão da economia brasileira – mais que outros aspectos, como ambiente internacional e falta de investimentos– continua sendo a falta de produtividade, que deriva, entre outros fatores, da baixa escolaridade.

O foco primeiro e último para um verdadeiro salto de desenvolvimento, portanto, deve ser a educação da mão de obra, que precisa estar voltada para
as capacitações exigidas pela economia moderna.


Fonte: Folha de São Paulo

Saiba como manter o pique no trabalho

Conheça um conjunto de dicas para não deixar o cansaço acabar com sua produtividade




O dia a dia de muitos empreendedores tem uma enorme quantidade de compromissos e, às vezes, alguns transtornos. O trabalho exige disposição física e mental que não pode ser desperdiçada, adverte o consultor e empresário Grant Cardone no site da revista Entrepreneur. Ele lembra que “energia duradoura e um bom nível de concentração vêm de dentro e não de alguma bebida cafeinada ou de outros estimulantes externos”.
Cardone dá seis dicas para manter o pique em tempos de demanda intensa.

1. Uma boa noite de sono. Embora seja uma necessidade básica (sem descanso o corpo e a mente não funcionam), é muito comum sacrificar horas de sono em nome de necessidades supostamente mais urgentes. Embora existam pessoas que dizem se satisfazer com quatro horas de sono, a maioria de nós precisa dormir sete ou oito para se recompor.

2. Escreva seus objetivos duas vezes por dia. Cardone recomenda que isso seja feito ao acordar e antes de dormir. Ele não está falando de lista de afazeres, mas dos grandes objetivos de vida: por que você trabalhar e o que pretende alcançar. “Concentrar-se nesses dois objetivos fundamentais vai ajudar você a alimentar sua paixão e sua energia”, diz.

3. Exercite-se diariamente. Os benefícios não são apenas para sua saúde física. Exercícios trazem mais disposição e nos tornam mais objetivos. Aumentam o autocontrole e a capacidade de comandar. Cardone informa que ele costuma aproveitar o tempo dedicado à atividade física para também pôr a mente para funcionar com algum aprendizado ou busca inspiracional – mas isso é optativo.

4. Vista-se para o sucesso. Boas roupas mudam para melhor o modo como as pessoas veem você e também o modo como você se vê. Indicam que você se sente “orgulhoso, preparado e confiante no sucesso”, diz Cardone. Percebendo seu “esforço em parecer profissional”, as pessoas vão manifestar uma admiração que “pode fornecer o tipo de energia positiva necessária para sustentar você ao longo de um dia desafiador”.

5. Cerque-se de pessoas que lhe dão apoio. Engaje-se em atividades coletivas que tragam prazer (esportivas ou culturais, por exemplo) e mantenha sua família em sintonia com você, comemorando suas conquistas. Isso gera energia e motivação.

6. Decrete uma política de “negatividade zero” no trabalho e em casa. Segundo Cardone, isso não significa banir as informações que possam causar preocupação, mas proibir frases como “é impossível” ou “não dá para fazer”. Coisas assim, diz ele, nada fazem para “energizar e motivar as pessoas a buscar soluções”.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios online

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Conheça Noam Chomsky e leia 9 livros seus online

Você conhece o trabalho do professor e ativista político Noam Chomsky? Saiba mais sobre sua história e leia 9 de seus livros online

Você conhece Noam Chomsky? Além de filósofo e professor, Chomsky é um ativista político norte-americano conhecido por suasideias de esquerda que confrontam os conceitos da política neoliberalista dos Estados Unidos.

Nascido na Filadélfia, Chomsky estudou linguística e filosofia na Universidade de Pensilvânia, tendo realizado também projetos de pesquisa na Universidade de Harvard. Depois disso, passou a dar aulas no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e protestou contra o militarismo estadunidense na Guerra do Vietnã, tendo publicado um livro sobre o tema. Foi a partir desta obra, "American power and the new mandarins", que ele ficou conhecido por sua opinião política, o socialismo libertário.

Para que você conheça melhor a obra de Chomsky, o site Znet disponibiliza 9 de suas obras políticas, em inglês, para que você leia online. Confira:

Deterring Democracy , de 1991

Confira 5 dicas para aprender um novo idioma mais rápido

Aprender um novo idioma é um longo processo, no entanto existem formas de torná-lo mais rápido. Confira 5 dicas para conseguir isso
Fonte: Shutterstock

O que no passado era visto como um luxo, hoje em dia é uma necessidade: saber falar idiomas estrangeiros faz uma enorme diferença na hora de se destacar no mercado profissional. O aprendizado de uma língua demanda tempo, fator que faz com que muitas pessoas desistam, no entanto existem algumas formas de aprender um novo idioma mais rápido. Veja 5 delas:

1 – Traduzir não é aprender

Um erro bastante comum dos estudantes é o de querer traduzir todas as palavras de um texto, quando na verdade a tradução não é uma forma de aprendizado. O melhor a se fazer é tentar compreender o contexto e, assim, interpretar as palavras e seus significados.

2 – Vá além dos livros

Se você quer aprender de verdade, vá além dos livros e aulas teóricas: comece a assistir filmes no idioma que você está aprendendo (com legendas, claro) e prestar atenção no que os personagens falam, além de ouvir músicas internacionais. Essas são ótimas formas de aumentar o seu conhecimento de vocabulário e melhorar a pronúncia.

3 – Pense em situações reais

Se você tem pressa em aprender, comece por palavras e verbos mais comuns e que podem facilmente ser aplicados a situações reais. Deixe o vocabulário mais rebuscado para quando você já tiver algum domínio do idioma.

4 – Estabeleça metas de aprendizado

Estabeleça metas para o seu aprendizado. Para fazer isso, separe todo o conteúdo por tópicos ou assuntos e estabeleça a cada semana ou mês um número de temas que você deseja revisar. Assim você manterá total controle sobre o seu aprendizado.

5 – Tenha vontade

Uma visão derrotista vai prejudicar o seu aprendizado e empenho, portanto adote um olhar otimista e tenha realmente vontade de aprender. Você só tem a ganhar com isso.