quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Um simples hábito que pode dobrar sua produtividade

Gravar longas respostas em vez de escrevê-las pode liberar mais do seu tempo do que você imagina.


Ter uma rotina ocupada é algo extremamente comum nos dias de hoje. O tempo se torna escasso porque são muitas as tarefas e poucas as horas do dia, certo? Bem, nem sempre. Algumas das tarefas do seu cotidiano poderiam tomar menos horas do seu tempo se desempenhadas de forma diferente. A maneira como você responde seus emails é uma delas.

Foi isso que o escritor Andrew Griffiths percebeu com uma experiência sua e relatou no site Inc. Ele conta que estava com a caixa de entrada cheia de emails que levariam uma semana para serem respondidos e resolveu tentar algo diferente. Em vez de responder a participantes de um curso que ministrou por escrito, mandou o feedback através de mensagens gravadas em áudio.

O resultado o surpreendeu: as pessoas adoraram o formato diferente e a oportunidade de escutar os comentários enquanto faziam outras coisas, e ficaram especialmente agradecidas por receber respostas mais pessoais e atenciosas. E a tarefa de responder a cinquenta participantes só levou dois dias.

Depois da situação, o escritor viu que não precisava mais temer emails que precisavam de respostas mais longas e elaboradas, eles podiam ser atendidos com mensagens gravadas. Textos ou respostas que gastariam várias laudas e muito do seu tempo, acabavam equivalendo a poucos minutos falando em um microfone conectado ao seu computador.

Com mais tempo livre, sua produtividade dobrou. Então é essa a dica que dá para quem gasta muito tempo escrevendo: gravar respostas. Áudios são fáceis de serem gravados e você ainda pode fazê-los de qualquer lugar, com um celular ou gravador. Além disso, sua mensagem não corre mais o risco de ser mal interpretada por causa do tom e suas respostas se tornam mais memoráveis. 

Fonte: Administradores

Cinco dicas de bons segmentos para você começar um comércio online hoje

Textos esclarecem dúvidas frequentes de empreendedores sobre legislação e tributos
Divulgação
O Sebrae oferece à partir de hoje, na internet, duas novas cartilhas para auxiliar empreendedores que têm ou pensam em abrir um e-commerce. 
Os documentos ajudam a esclarecer dúvidas comuns em temas como tributação e outros aspectos legais do e-commerce. Segundo a coordenadora nacional de comércio eletrônico do Sebrae, Hyrla Marianna Silva, os dois temas causam muitas perguntas nos eventos que a instituição organiza ou participa. “No caso da legislação, o panorama mudou por causa do decreto que regulamentou o código de defesa do consumidor para o comércio eletrônico. No caso dos tributos, os pequenos têm muita dificuldade para entender como funciona a substituição tributária e se os microempreendedores individuais (MEI) são obrigados a emitir a nota fiscal eletrônica, por exemplo”. 


Além dessas cartilhas, o Sebrae também prepara um terceiro documento para ajudar o empreendedor na construção do site de vendas. Serão abordados temas como ‘usabilidade’ e design, dicas para apresentar produtos, descrevê-los e classificá-los. A nova cartilha ficará pronta nos próximos meses.
Cinco dicas de segmentos bons para começar
Os especialistas Alessandro Saade, da Business School São Paulo, e Pedro Guasti, da E-bit, dão ideias de bons nichos para investir.  
Ganhar tempo
Serviços que ofereçam conveniência e liberem tempo do cliente, como assinaturas para fraldas e outros produtos de bebê, vinhos e até roupa. 

Bem-estar
Orientação esportiva, nutricional, serviços para acompanhar o dia a dia do cliente e também oferecer refeições saudáveis em casa são tendências. 

Finanças
Consultorias que periodicamente enviam modelos de análise e a assinatura gratuita de applicativos que fazem esse mesmo tipo de controle.

Diversão
Tudo que envolve viagens, gastronomia, enologia, além de empresas que criam roteiros personalizados com base no cliente têm chances no setor.

Segmentos 
Para Pedro Guasti, da E-bit,  os quatro setores que estão nas últimas colocações da pesquisa Webshoppers são boas oportunidades de negócio por estarem subdesenvolvidos: casa e decoração, eletrônicos, esporte e lazer, brinquedos e games.

Fonte: Estadão PME

Os 8 maiores bloqueadores da criatividade

Para que a criatividade flua livremente e novas ideias apareçam, é preciso eliminar velhos conceitos e outros sedimentos pessoais


Uma calha sob as telhas pode estar entupida de insetos, folhas mortas, gravetos e outras coisas mais e, se chover, a água, em vez de fluir, transbordará e poderá provocar alagamento. Acontece o mesmo com a criatividade: para que ela flua livremente e novas ideias apareçam, é preciso eliminar velhos conceitos e outros sedimentos pessoais. A simples consciência desses bloqueios já ajuda a eliminar muitos deles, mas existem outros, mais complicados, que estão enraizados dentro de nós, que insistem em lá permanecer, quase sempre sem percebermos, dificultando consideravelmente ações criativas pessoais, profissionais e organizacionais.

Veja os oito maiores bloqueadores da criatividade

Raciocínio lógico. Objetividade
A lógica é importante – e sempre será – em muitos momentos da nossa vida pessoal e profissional. Contudo ela também pode ser um enorme bloqueador da criatividade. Sempre que quisermos resolver imediatamente as coisas e formular definições rápidas de um problema, estamos inibindo e impedindo a visão criativa de agir. Frases do tipo, “Isso não tem lógica”, “Sejamos objetivos”, “Vamos ser práticos”, tolhem consideravelmente soluções originais, diferenciadas e criativas. A lógica além de importante é necessária, e tem seu momento na arte criativa, mas, na fase final do processo.
Acomodação. Passividade
Muitas pessoas acreditam que para acionar a criatividade basta ficar tranquilo, sentar numa poltrona, ficar relaxado, que as ideias criativas vão aparecendo uma após outra; basta ficar passivo e receptivo que as coisas vão automaticamente acontecer. Este é um conceito totalmente equivocado sobre criatividade e inovação. A inspiração criativa pode até surgir num momento inesperado ou através de um imprevisto, mas, se assim aconteceu, é porque foi fruto de considerável trabalho anterior, através de esforços contínuos e conscientes. Depois que surge a ideia, é preciso concretizá-la e isso exige considerável esforço e dedicação.
Medo de crítica

Como criatividade lida com coisas inovadoras e, por vezes, representa uma ameaça ao tradicionalmente aceito, pessoas que se mostram sensíveis às críticas podem sentir-se inibidas ao apresentarem novas ideias e conceitos perante a sociedade ou colegas. Expressões de cinismo, dúvida, crítica ou indiferença por parte das pessoas acontecem frequentemente quando alguém tenta colocar em prática algo inovador e diferenciado. Santos Dumont foi alvo de muitas críticas e chacotas antes de voar com o 14 Bis, porém isso não o impediu de seguir em frente e ver sua ideia triunfar.

Ameaça à segurança e ao status

Há pessoas que sentem-se extremamente inseguras quando têm que implantar novas ideias, processos ou estruturas, por estarem arraigadas ao passado e, não raro, bloqueiam mudanças por medo de serem prejudicadas. Resistem a novas ideias e a tudo que possa significar ameaça ao que já conquistaram. Os primeiros automóveis foram recebidos como coisa do capeta pela Sociedade Inglesa pelo Progresso da Ciência, enquanto que a imprensa, inventada por Gutenberg, enfrentou acirrada oposição dos calígrafos e copistas da época, receosos de perderem seus empregos.

Falta de autodisciplina. Falta de perseverança

A ausência de um esforço contínuo e bem orientado é uma grande barreira à criatividade. Pessoas que não tem autodisciplina costumam ser inconstantes e até desmotivadas, porque seus esforços aparentemente não são recompensados, ou porque divagam muito. Então desanimam antes de alcançar os primeiros resultados. Leos Janacek, consagrado compositor checo de música erudita, só obteve reconhecimento de suas composições nas grandes salas de concerto da Europa, quando já era sexagenário. Desde então, até seu falecimento aos 74 anos, ele compôs grande quantidade de peças clássicas surpreendentemente modernas e inovadoras, tidas como verdadeiras obras-primas.

Apego a normas e padrões

Normas e padrões são úteis e necessários para estabelecer desempenhos, procedimentos e comportamentos. Mas podem tornar-se um amargo veneno quando bitolam e cerceiam a criatividade. Muitas normas e padrões são obsoletos, mas a tradição (ou insegurança das pessoas) insiste em mantê-los. Há, também, normas e procedimentos que ainda têm alguma utilidade, mas impedem que novos e mais atuantes processos e ideias possam operar, obstruindo o surgimento de ações inovadoras.

Paradigmas e pressupostos rígidos

Criatividade é especialmente útil na quebra de paradigmas, quando indaga seus pressupostos. São aquelas atitudes e valores fortemente arraigados que fazem parte de nosso dia a dia no trabalho, na família, nos relacionamentos, na nossa maneira de agir. A exemplo das normas e padrões, paradigmas são necessários quando nos ajudam a entender e orientar as ações do cotidiano e facilitam o cumprimento das nossas atividades. Tornam-se, no entanto, um grande bloqueador quando nos enfiam dentro de uma caixa e nos fazem perder a visão da realidade ou de possibilidades mais criativas e benéficas. Não é de estranhar que o laptop não foi inventado pela IBM, o relógio de quartzo não foi inventado pelos relojoeiros, e a fotocópia não foi inventada pela Xerox. Eles estavam ofuscados por seus bem-sucedidos paradigmas e não enxergaram além dos próprios limites.

Presunção. Falta de humildade

A presunção é um mal que prejudica e, até mesmo, anula o discernimento e percepção das coisas. Pessoas que sofrem desse mal ficam cegas às novas ideas, inventos e possibilidades por excesso de orgulho ou amor-próprio. Todos estamos sujeitos a isso, até mesmo inconscientemente, quando achamos que o que sabemos é suficiente para os nossos propósitos. Pessoas renomadas são, frequentemente, vítimas de presunção. No livro Qualidade da Criatividade, de Victor Mirshawka, há uma relação de frases pronunciadas por respeitáveis autoridades mundiais sobre algumas descobertas e inventos, mostrando que o ser humano é naturalmente refratário ao que é novo e distinto dos padrões habituais. Veja algumas das frases.

"A teoria dos germes de Louis Pasteur é uma ridícula ficção".
Pierre Pochet, Professor de Fisiologia em Toulouse, 1872

"É totalmente impossível que os nobres órgãos da fala humana sejam substituídos por um insensível e ignóbil metal."
Jean Boillaud, da Academia Francesa de Ciências, sobre o fonógrafo de Thomas Edison, 1878.

"Quando a exposição de Paris se encerrar, ninguém mais ouvirá falar em luz elétrica."
Erasmus Wilson, da Universidade de Oxford, 1879.

"O cinema será encarado por algum tempo como uma curiosidade científica, mas não tem futuro comercial."
Auguste Lumière, a respeito do seu próprio invento, 1895.

"Tudo que podia ser inventado já foi inventado."                                                 
 Charles Duell, diretor do Escritório de Patentes dos Estados Unidos, 1899.
"O Raio-X é uma mistificação."
Lord Kelvin, físico e presidente da Real Sociedade Britânica de Ciências, 1900.

"O avião é um invento interessante, mas não vejo nele qualquer utilidade militar."
Marechal Ferdinand Foch, da Escola Superior de Guerra da França, 1911.

"Não há nenhuma probabilidade de que o homem venha algum dia a controlar a energia do átomo."
Robert Millikan, Prêmio Nobel de Física de 1923.

"O cinema sonoro é uma novidade que durará somente uma temporada."
Revista Americana Cinematographer, 1930.

"Creio que no mundo existe mercado para apenas uns cinco computadores."
Thomas J. Watson, presidente da IBM, 1943.

Não há qualquer razão para as pessoas terem um computador em casa.
Ken Olsen, presidente da Digital Equipment Corporation, 1977.

Texto extraído e condensado do livro “Manual de Criatividade Aplicada”, de Ernesto Artur Berg, Juruá Editora.
Por Ernesto Artur
Fonte: Administradores

Delegar tarefas é diferente de transferir responsabilidades

Aprender a abrir mão de determinadas atividades e distribuir responsabilidades ainda é um desafio para os gestores

RIO — Saber delegar tarefas é uma das principais e mais difíceis competências de um bom gestor. A afirmação feita por consultores está baseada no desafio encontrado por muitos gestores em meio da carreira ou empreendedores que deixaram as áreas técnicas ou operacionais para assumir a liderança de equipes ou do próprio negócio. Para os especialistas, aprender a delegar é um passo indispensável para o profissional ter tempo para priorizar ações estratégicas na empresa e, ainda, é a melhor forma de desenvolver cada membro da equipe.

O maior desafio, na opinião da coach executiva Eva Hirsch Pontes, começa em descentralizar as atividades:

— Muitos gestores têm medo de perder o controle de cada detalhe e pensam que outro profissional não vai dar conta do trabalho. Encontram desculpas como “se eu fizer será mais rápido e do jeito exato que eu quero” para continuarem a fazer aquilo que já dominam.
Sócia-diretora da Yluminarh e professora do Ibmec, Ylana Miller ressalta que delegar é — e sempre será — um desafio para gestores centralizadores, aqueles que têm necessidade de controlar, e dar poder às pessoas e permitir que tomem decisões é motivar, confiar e dar autonomia.

— Esta atitude é de gestores autoconfiantes, que incentivam a participação ativa da equipe sem receio de suas contribuições serem melhores do que as dele.

Eva, por sua vez, completa que o medo de delegar é uma barreira para o bom líder por várias razões. A primeira delas é que, ao continuar fazendo aquilo que fazem tão bem, permanecerão na zona de conforto e perderão oportunidades importantes para sua própria evolução. Além disso, deixam de desempenhar as tarefas que realmente deveriam receber sua atenção prioritária, entre elas a de criar oportunidades de desenvolvimento para cada integrante da equipe:

— É preciso entender que delegar tarefas não quer dizer se desligar delas, mas abrir mão dos detalhes e deixar o profissional realizar as atividades da forma que ele achar melhor. Em outras palavras, delega-se a tarefa, não a responsabilidade.

Ylana concorda com Eva ao afirmar que delegar é diferente de delargar, quando o gestor transfere a responsabilidade e ainda procura culpados quando o resultado não é alcançado:

— A delegação exige comunicação com clareza e acompanhamento contínuo.
A coach faz um alerta: antes de delegar, é preciso conhecer bem as competências e habilidades de cada membro da equipe, para assegurar que o trabalho será desenvolvido da melhor forma.

— Mapear as fortalezas e o nível de maturidade de cada integrante da equipe é essencial para que a distribuição e a realização das tarefas sejam satisfatórias — enfatiza Eva.
Além de tudo, diz Ylana, um gestor que delega pode assumir desafios maiores, além de potencializar o desenvolvimento da equipe:
— Certamente, seu legado será diferenciado.

Eva lembra, ainda, que o papel de um chefe não é apenas passar, de forma clara, as atividades que devem ser desenvolvidas, mas também supervisionar o profissional na execução das tarefas, compartilhar com ele o que a empresa pretende com aquele resultado e estimular o colaborador a desempenhar as qualidades e competências que possui durante a execução do trabalho.

— Ao delegar as tarefas e ter certeza de que todos compreenderam, é necessário combinar pontos de monitoramento para que a equipe possa esclarecer dúvidas e sanar as dificuldades ao longo do processo. O feedback é uma excelente forma de orientar o rumo desejado para cada atividade e valorizar o profissional responsável.

Agora, se mesmo assim a tarefa for executada de forma inferior à esperada, não aponte o dedo: o certo é sinalizar os pontos que poderiam ser melhorados para que a atividade tenha um melhor resultado da próxima vez, completa Eva.

Fonte: O Globo - RJ

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

4 tipos de funcionários secretamente prejudiciais

Essas pessoas atrapalham e tornam o ambiente de trabalho tóxico, mas muitas vezes isso passa despercebido

Funcionários que costumam fazer confusões, pendem para o lado dramático das coisas ou dificilmente se conformam, muitas vezes precisam apenas de um pouco de atenção e gestão para atingir seus potenciais. É isso que pensa Geoffrey James, contribuidor do site Inc.
Em um artigo publicado no site, James afirma que existem, porém, outros tipos de funcionários, que normalmente não são pensados como "difíceis" e que são prejudiciais à produtividade e harmonia do ambiente de trabalho.
Conheça os tipos e saiba por que talvez seja melhor repensar o fato de tê-los por perto:

1. Camaleão

O camaleão se disfarça e se camufla em qualquer ambiente, para escapar de ameaças. No mundo dos negócios isso significa alguém que se propõe a fazer várias coisas, para na verdade evitar trabalho real.
Assim, o camaleão se junta a diferentes equipes, para realizar atividades diversas, e usa isso como uma arma para justificar seu estresse e impossibilidade de assumir responsabilidades maiores. Como? Ele afirma que está sob muita pressão por causa desse ou daquele objetivo, que tem muito trabalho para fazer de um outro projeto, que está estressado por causa daquela outra reunião. E quando chega a hora de falar sobre salário ele reivindica para si o crédito de ter ajudado todas as equipes a atingir seus objetivos.
A melhor maneira de lidar com alguém assim, se você resolver dar uma chance, é atribuindo tarefas específicas e individuais, com deadlines ambiciosos. Assim, o camaleão não terá a chance de jogar o trabalho nas costas de outras pessoas.

2. Enfeite

Aquela pessoa que está ali pela sua aparência, muito mais do que pelo trabalho em si. O enfeite feminino, estilo "modelo da Victoria's Secret", é aquela que usa a beleza para conseguir o que quer no ambiente de trabalho. O problema aqui não é ser uma mulher bonita, mas ser uma mulher que conseguiu e permanece no emprego por isso.
O mesmo vale para enfeites masculinos: o homem que fica perfeito em um terno e tem um ar de executivo, mas não possui o expertise ou talento para estar onde está. Se não há possibilidade de demitir esses "enfeites", James aconselha a pelo menos usá-los a seu favor: coloque-os para trabalhar em setores onde causar boa impressão pela aparência pode ser útil.

3. Grilhão

Os grilhões são algemas ou correntes ligadas a uma bola pesada de metal, que não permitia que prisioneiros escapassem ou se locomovessem muito. Nos negócios, são aquelas pessoas que impedem que a empresa ou projeto se arrisque, como, por exemplo, alguns advogados corporativos. Para lidar com eles, James afirma que o melhor é tratá-los como consultores e não "tomadores de decisão". Ouça suas opiniões e argumentos, mas, no final, faça você mesmo as escolhas, e quando arriscar for a sua decisão, não deixe o "grilhão" lhe impedir de agir.

4. Vampiro

Na mitologia, vampiros parecem humanos, mas sobrevivem através do nosso sangue. No ambiente de trabalho, os vampiros aparentam estar contribuindo, mas se alimentam das emoções dos outros. Em reuniões, eles parecem ajudar, e “ajudam” mostrando sempre as possibilidades negativas de qualquer coisa, sugando, assim, o otimismo e positividade das outras pessoas.
Outra tática do vampiro é ouvir as reclamações dos outros, com a intenção de obter informações para criar e fomentar conflitos, sem que ninguém o veja como responsável. Ele espalha negatividade sutilmente, fazendo as pessoas acreditarem que os sentimentos negativos são genuinamente seus.
É difícil demitir um vampiro, pois as pessoas o veem como aliado e amigável. Mas James não vê outra forma de lidar com esse tipo de funcionário, que não seja livrar-se dele.
Fonte: Administradores

Carreira – Utilizando a comunicação para reduzir conflitos

Teríamos um mundo muito melhor se as pessoas conseguissem se comunicar melhor. Muitas perdas de negociações, treinamentos mal sucedidos, discussões, desentendimentos entre outras coisas podem acontecer quando temos ruídos na comunicação, o artigo tratará de algumas dicas para reduzir esses problemas.



Estou ficando cada dia mais adepto da premissa “a comunicação não é o que eu falo, mas aquilo que chega ao receptor”, portanto uma má interpretação em uma conversa pode gerar um resultado desagradável. Pensando nisso, nesse artigo estarei mencionando algumas dicas para reduzir, ou quem sabe, até eliminar alguns conflitos indesejáveis em nossos dias.
Cuidar com a Linguagem – uma das grandes dificuldades de comunicação é a escrita, muitas vezes não damos muita atenção quando escrevemos um e-mail, documento ou até mensagem sms, se não tiver uma linguagem clara e prestar muita atenção pode passar uma mensagem com interpretação errada ao receptor, que pode não entender o que realmente deveria ser, causando uma confusão geral.
Comunicação Assertiva – Usar a assertividade é nos comunicar abertamente e honestamente, sem negarmos os direitos dos outros. Devemos treinar a assertividade, para fortalecer nosso crescimento pessoal e profissional, abrindo espaço para o conhecimento.
Competição – Procure evitar na equipe, pois quando houver competição as pessoas estarão focadas em seus próprios interesses e não no coletivo. Dissemine e estimule a cooperação de todos, pois o trabalho em equipe e os resultados serão melhores.
Afastamento – Muita atenção em sua equipe quando alguém se afastar, alguma coisa aconteceu e não foi resolvida. Uma pessoa que se afasta não estará trabalhando com cooperação, está se colocando a margem do conflito e se sentirá ameaçado. É importante o líder ter atenção e usar corretamente a comunicação para resgatar a pessoa para harmonia da equipe.
Linguagem Corporal – Nosso corpo está constantemente se comunicando, às vezes sem abrir a boca estamos nos comunicando, por gestos e expressões. Somos capazes de transmitir esses sinais durante as conversas, muito cuidado com isso.
Para finalizar uma frase de uma amiga e grande especialista em comunicação, “Comunicar-se de forma clara e eficaz é conseguir que a mensagem represente para o receptor um significado tão próximo quanto possível daquele que foi a intenção do emissor”.

Mirieli Colombo

Por Leonardo Siqueira
Fonte: Administradores

Inovar é preciso; educar também


Interconectividade, mobilidade, velocidade. Estamos no auge das descobertas tecnológicas, certo? Especialistas afirmam que ainda não, pois estamos prestes a testemunhar um ponto de virada, com inovações realmente revolucionárias, advindas de campos como nanotecnologia e inteligência artificial.

É mais uma confirmação que vivemos um período de intensas transformações; o que conhecemos hoje, amanhã já estará modificado, impactando na maneira com que assimilamos o dia a dia deste admirável e complexo mundo novo. Projetar o futuro e planejar nossas ações e estratégias torna-se, portanto, um enorme desafio, seja no campo pessoal, profissional, empresarial ou governamental.

Não é uma tarefa fácil. Não basta copiar experiências exitosas. É preciso compreender os novos fatos, fazer as conexões e correlações de fatos distintos. Ou seja, apesar do alto nível de robotização de variados processos produtivos – que vão da indústria ao varejo – o futuro não prescinde de características que só os humanos têm: o olhar e a emoção, o contato real, fatores determinantes nos processos de compreensão do que nos cerca, assimilação do novo e construção de soluções que resultem em competitividade. E é neste ponto que se instaurou uma grande encruzilhada, em vários campos das relações sociais.

Vamos nos ater ao campo corporativo: como conviver com inovações em processos e produtos cada vez mais instantâneos e com normas, métodos e regulamentações que não conseguem acompanhar a velocidade do mundo conectado, veloz e global? Se quisermos que os empreendimentos sejam capazes de dar saltos tão espetaculares quanto os das inovações e continuarem relevantes no mercado é preciso fazer com que o passado saia do campo da lembrança e sirva como referência para que o índice de erros seja bem menor; ou seja, faz-se necessário alterar a perspectiva e a lógica dos nossos modelos de negócios, assim como o ambiente em que estão inseridos. Temos que aprender com o passado, mas não podemos ficar atados a ele. Já fizemos isto em outras épocas, quando da entrada dos teares semi automatizados, do motor elétrico, do telefone, da prensa, entre tantas outras inovações impactantes em nossa sociedade. Estas mudanças, tidas como radicais à época, não só alargaram horizontes, como geraram novidades nos campos do trabalho, das relações sociais, dos empreendimentos. E a dobradinha educação e ambiente legal propícios são duas das melhores ferramentas de se atingir tal objetivo. Precisamos, como bem alerta o professor doutor José Pastore, de uma legislação que regule, sem atravancar, o novo jeito de trabalhar – na empresa, em casa, na sala de embarque do aeroporto, na filial do outro lado do mundo, fixo ou terceirizado, horário do expediente ou numa jornada atípica. E também faz-se necessário um novo jeito de aprender, de capacitar-se para as novidades. É preciso renovar a rede de ensino, especializando-a em realizar, em empreender. O SEBRAE-SP deu o seu salto ao investir no aprimoramento daquilo que é o diferencial de nossa sociedade contemporânea: gente. Criamos no início deste ano a Escola de Negócios SEBRAE-SP, em parceria com o governo paulista, para ajudar a formar adolescentes, jovens e adultos mais criativos, críticos, aptos a desenvolver ideias, implementar projetos, ou seja, fazer acontecer. É a primeira unidade de uma rede de escolas de empreendedorismo, a verdadeira escola do futuro, que vai estimular o protagonismo da aprendizagem dentro e fora das salas de aula. A sede, na cidade de São Paulo, conta 500 alunos pioneiros e também abriga uma incubadora de projetos, preferencialmente startups, um observatório das tendências nacionais e internacionais do tema empreendedorismo e será a casa de biblioteca virtual sobre gestão.

Estamos no caminho certo? Pela concorrência acirrada pelo direito de estudar na escola do futuro (30 pessoas por vaga) e os convites que recebemos para explicar a nova metodologia, podemos afirmar que sim, encontramos uma forma de acompanhar o ritmo da evolução do nosso mundo tão veloz. E mais, estamos dando nossa contribuição para que o Brasil dê saltos gigantescos rumo ao futuro e se destaque como protagonista na promoção das inovações revolucionárias. O admirável mundo novo também está sendo forjado aqui.


Alencar Burti, 84, é empresário e presidente do Conselho Deliberativo do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (SEBRAE-SP).
Fonte: Diário do Comércio - SP